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Potências do tempo

Potências do tempo

“Apreender a duração e a mudança em si, independentemente de tudo aquilo que dura e de tudo aquilo que muda. Desdobrar o tempo, seus afetos e experiências, e descobrir a liberdade que a ele está vinculada. Potências do Tempo, de David Lapoujade, é uma leitura atenta e sensível da obra de Henri Bergson. Nela, Lapoujade parte de três aspectos – emoção, simpatia, apego – para retratar um outro Bergson. Pouco a pouco, veremos se revelar um Bergson matemático, um Bergson perspectivista ou ainda um Bergson médico da civilização. Se com muita frequência, esses termos só foram considerados como concessões feitas à pedagogia ou à elegância, aqui serão entendidos como conceitos de fato. Desse modo, torna-se possível resgatar a relação indissolúvel que existe entre tempo e afeto. Como afirma o autor, é para o lado da vida que iremos nos voltar, “para aquilo que faz de nós viventes, ou melhor, para aquilo que nos faz sentir viventes”.” [resumo do editor]

Este livro contou com o apoio dos programas de auxilio à publicação do Institut Français.

Sobre o autor:

David Lapoujade é filósofo e professor da Universidade de Sorbonne (Paris I). Foi aluno de Deleuze, tendo editado duas obras suas, postumamente: A Ilha Deserta, e o ainda inédito no Brasil, Deux Régimes de fous. É especialista em pragmatismo, principalmente da obra de William James, mas dedica-se também à obra de Bergson, Emerson, Deleuze e do escritor Henry James.

Pinóquio

Pinóquio

A adaptação contemporânea e sombria da famosa obra de Carlo Colodi por o Winshluss, vencedora do Grand Prix de Angoulême 2009, ganha tradução no Brasil pela editora Globo. A obra original em francês esta disponivel na Mediateca da Maison de France !

Petite philosophie du zombie

Petite philosophie du zombie

“Os zumbis estão em toda parte, no cinema, na televisão, nas ruas, nas livrarias. Grotescos e aterrorizantes, poderiam ser apenas uma tendência kitsch, uma moda (…) mas eles põe em questão os limites da condição humana: a  da consciênia, da vida e da civilização”

País sem chapéu

País sem chapéu

Depois de vinte anos no exílio, um artista volta à sua cidade de origem — Porto Príncipe, Haiti. País sem chapéu é o relato desse regresso, da sequência de redescobertas, perplexidades e decepções que ele proporciona. Ao regressar ao Haiti, o protagonista reencontra antes de tudo duas velhas senhoras, a mãe e a tia, últimos remanescentes de uma família mutilada e dispersa pelas ditaduras. Pela boca delas, recobra de saída seu velho apelido familiar, “Velhos Ossos”, e um mundo de lembranças íntimas. Por meio delas, também percebe aos poucos a profundidade das mudanças ocorridas nas duas décadas de exílio, que vão muito além do visível. Passo a passo, nas andanças pela cidade, Velhos Ossos vai tomando contato com uma realidade estranha, em que o mundo mítico dos mortos incide diretamente no plano do cotidiano, alterando as relações entre os vivos. Agora, mais do que nunca, não se sabe mais quem está de um lado, quem do outro. Paralelamente, o personagem vai revendo seus grandes amigos e amores da juventude, e nesses reencontros pode olhar em perspectiva seu próprio percurso existencial. No contraste entre realidade e memória, percebe, com boas doses de humor autoirônico, quanto estranhamento se instalou em meio à identificação que perdura.

Perspectivas dos Escritos e Outros Escritos de Lacan – Entre desejo e gozo.

Perspectivas dos Escritos e Outros Escritos de Lacan – Entre desejo e gozo.

Dando seguimento à sua análise da obra de Lacan, Jacques-Alain Miller desenvolve aqui ideias contidas nos Escritos e Outros Escritos – dois clássicos da psicanálise – para discutir o que a psicanálise faz, pode ou deve fazer de si mesma.

Por uma antropologia da mobilidade

Por uma antropologia da mobilidade

Em seu livro “Por uma antropologia da mobilidade”, Marc Augé dá prosseguimento ao projeto de uma antropologia dos mundos contemporâneos, ou seja, de culturas e sociedades cada vez mais postas em contato nas condições específicas do que denomina sobremodernidade.
Para ele, é possível referir-se a uma mobilidade sobremoderna, caracterizada pelo deslocamento de indivíduos, produtos e sentidos. Há também em curso uma notável urbanização do mundo, com cidades interligadas em redes de transporte e de comunicação que estabelecem um novo cenário para os indivíduos, as culturas e as identidades. Tal cenário é tomado por sujeitos sociais transnacionais em circulação crescente, como empresários, imigrantes, trabalhadores clandestinos, exilados, turistas, cientistas, artistas, desportistas de alta performance etc.
Augé nos propõe em “Por uma antropologia da mobilidade” um sobrevoo em torno de noções que norteiam um propósito reflexivo sobre essa mobilidade, como as de fronteira, urbanização, migração, viagem e utopia. Em capítulos curtos e sintéticos, temos um posicionamento a um só tempo crítico e prospectivo sobre alguns dos maiores desafios das sociedades atuais. E no seu enfrentamento as dimensões política e educacional de nosso envolvimento tornam-se incontornáveis.
Bruno César Cavalcanti
Rachel Rocha de A. Barros
Laboratório da Cidade e do Contemporâneo
Instituto de Ciências Sociais

Universidade Federal de Alagoas

Platão

Platão

<p>Esta obra, interpretação inédita do pensamento platônico, tenta estabelecer como o discípulo de Sócrates fundou a filosofia articulando o logos dialético e a hipótese das Ideias (eidos). Uma mesma estrutura de pensamento, presente tanto nas narrativas míticas quanto nas discussões científicas, emerge assim dos diálogos para evocar a formação da alma e a ordem do mundo (cosmos), a lei que governa a cidade (nomos), e o ensinamento moral do mito (mutos), da narrativa da caverna à lenda da Atlântida.</p>

Paratextos Editoriais

Paratextos Editoriais

Gérard Genette faz neste livro um longo ensaio sobre o paratexto do texto literário: apresentação editorial, nome do autor, títulos, dedicatórias,epígrafes, prefácios, notas, entrevistas e debates sobre o livro, entre outros. Esse aparato, muitas vezes visível demais para ser percebido, pode atuar sem que seu destinatário o saiba. Genette procura, portanto, estimular o leitor a examinar mais de perto aquilo que, às escondidas e com tanta frequência, regula nossas leituras.

Rousseau e a ciência política de seu tempo

Rousseau e a ciência política de seu tempo

Motivado pela polêmica em torno do pensamento de Rousseau – considerado gênio e inovador por alguns estudiosos e de interesse secundário para outros -, o autor analisa a doutrina política de Rousseau, sobretudo a partir de sua obra Contrato social, tentando separar as fontes que o teriam inspirado daquilo que é original em seu pensamento. Derathé toma como referência juristas como Grotius, Pufendorf e Burlamaqui, além de Hobbes, Locke, Bossuet e Montesquieu, considerados filósofos da política. A partir de obras desses pensadores, o autor propõe mostrar que a doutrina política de Rousseau provém de uma reflexão a respeito das teorias defendidas pelos pensadores vinculados à chamada Escola do Direito da Natureza e dos Povos, formada por representantes de diversos países da Europa nos séculos 17 e 18, e responsável pela formulação da maior parte dos axiomas políticos que influenciaram os filósofos daquela época.

Revoluções

Revoluções

Löwy é um pensador marxista brasileiro radicado na França, onde trabalha como diretor de pesquisas do Centre National de la Recherche Scientifique. É um relevante estudioso do marxismo, com pesquisas sobre as obras de Karl Marx, Leon Trótski, Rosa Luxemburgo, Georg Lukács, Lucien Goldmann e Walter Benjamin. Em seu livro, Revoluções, estão reunidos os principais registros fotográficos dos processos revolucionários do final do século XIX até a segunda metade do século XX. A obra resgata, assim, a trajetória daqueles que viveram movimentos contra hegemônicos e de inspiração igualitária, aliando rostos de anônimos que protagonizaram as lutas de classe a registros de dirigentes eternizados pela história, como Vladimir Lenin, Felix Dzerjinski, Leon Trotski, Béla Kun, Emiliano Zapata, Pancho Villa, Che Guevara e Fidel Castro. A edição brasileira conta ainda, com um apêndice exclusivo, no qual Löwy faz uma reflexão sobre os momentos de resistência que marcaram a história do Brasil.

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