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Assassinato na Torre Eiffel

Assassinato na Torre Eiffel

Como inúmeros visitantes do mundo inteiro, Victor Legris, livreiro da rua dos Saints-Pères, está a caminho da Exposição Universal, onde a torre Eiffel, recentemente inaugurada, é a verdadeira estrela. Nesse início de verão de 1889, os parisienses têm dificuldade para circular na multidão aglutinada entre as barracas coloridas, nos corredores invadidos por riquixás chineses e adestradores egípcios.

No primeiro andar da torre, Victor vai se encontrar com Kenji Mori, seu sócio, e seu amigo Marius Bonnet, que acaba de lançar um novo jornal, o Passe-Partout. Mas o encontro é subitamente interrompido: uma mulher acaba de morrer, vítima de uma estranha picada. A partir daí, tem lugar uma série de mortes inexplicadas que vão marcar a vida de Victor Legris como investigador e fazer você mergulhar na capital dos impressionistas. [resumo do Editor]

Sobre o autor:

Claude Izner é o pseudônimo de duas irmãs, Liliane Korb e Laurence Lefèvre. Durante muito tempo, Liliane foi montadora de cinema, antes de se reconverter em bouquiniste nas margens do Sena, como sua irmã Laurence. As duas escrevem juntas e individualmente há muitos anos, tanto para os jovens como para o público adulto. As investigações de Victor Legris são hoje publicadas em mais de dez países.

Azul é a cor mais quente

Azul é a cor mais quente

A Martins Fontes selo Martins lança, em novembro, Azul é a cor mais quente, tradução da novela gráfica le bleu est une couleur chaude, da francesa Julie Maroh. O livro conta a história de Clementine, uma jovem de 15 anos que descobre o amor ao conhecer Emma, uma garota de cabelos azuis. Através de textos do diário de Clementine, o leitor acompanha o primeiro encontro das duas e caminha entre as descobertas, tristezas e maravilhas que essa relação pode trazer.
A novela gráfica foi lançada na França em 2010, já tem versões para o alemão e o espanhol e ganhou, em 2011, o Prêmio de Público do Festival Internacional de Angoulême. Além disso, foi filmada em 2012 pelo franco-tunisiano Abdelatiff Kechiche e levou a Palma de Ouro, prêmio mais importante do Festival de Cannes.
Em tempos de luta por direitos e de novas questões políticas, Azul é a cor mais quente surge para mostrar o lado poético e universal do amor, sem apontar regras ou gêneros.

Sobre a autora:

Julie Maroh nasceu na cidade de Lens, França, em 1985. Formou-se em artes visuais e estreou em 2011 como autora de graphic novels Le bleu est un couleur chaude – história que começou a ser desenvolvida quando Maroh tinha apenas 19 anos. A quadrinista é lésbica e ativista do movimento pelos direitos dos homossexuais, e mantém contato com seus leitores no site www.juliemaroh.com, apresentando e discutindo diversos assuntos, de quadrinhos a política.

A presença total e ensaios reunidos

A presença total e ensaios reunidos

A presença total e ensaios reunidos é o conjunto de temas relevantes da obra de Louis Lavelle, como o ser, a existência, a liberdade, o ato, o valor, a participação e a intersubjetividade. De suas experiências dolorosas, Lavelle soube fazer um caminho para a espiritualidade.

A Ontologia Axiológica de Louis Lavelle

A Ontologia Axiológica de Louis Lavelle

Com a mesma força e hospitalidade de Louis Lavelle, Tarcísio Padilha fala sobre o relativo e o absoluto e a verdade eterna dentro da problemática de seu tempo, trazendo soluçõe para problemas relativos ao tempo-espaço.

Ao pé do muro

Ao pé do muro

Cesare Battisti produziu uma obra de ficção baseada em seu tempo na prisão.Ao pé do muro, é o último da trilogia composta por “Minha fuga sem fim” e “Ser bambu”. Battisti escreveu o romance na cárcere enquanto esperava uma decisão do governo brasileiro sobre se o extraditava ou não para a Itália. O livro acaba de ser lançado no Brasil, contando com a presença do autor. Ao pé do muro foi escrito originalmente, em francês.

Como fazer amor com um negro sem se cansar

Como fazer amor com um negro sem se cansar

Sucesso imediato de público e de crítica, Como fazer amor com um negro sem se cansar é o romance de estreia de Dany Laferrière, um dos principais escritores contemporâneos de língua francesa, nascido no Haiti em 1953. Com altas doses de humor, erotismo, sarcasmo e poesia, a obra retrata o cotidiano e as fantasias de dois jovens negros exilados no Quebec durante um tórrido verão dos anos 70. Ao som de muito jazz, sexo e boa literatura, este é um livro que ri – e faz rir – dos estereótipos culturais e sexuais. [Texto do editor]

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Alberto Giacometti: Textos de Jean-Paul Sartre

Alberto Giacometti: Textos de Jean-Paul Sartre

Alguns dos mais belos textos sobre arte moderna foram escritos sobre a obra de Alberto Giacometti (1901-1966), entre os quais os dois ensaios de Jean-Paul Sartre (1905-1980) apresentados nesta edição: “A busca do absoluto” e “As pinturas de Giacometti”. Eles foram publicados originalmente em periódicos, por ocasião de exposições de Giacometti em 1948 e 1950. Desde então, esta é a primeira vez que são reunidos num único volume. [Texto do editor]

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A teoria da revolução no jovem Marx

A teoria da revolução no jovem Marx

Esta obra procura ser, essencialmente, um estudo da evolução política e filosófica de Marx no contexto histórico das lutas sociais na Europa durante os anos de 1840-48 e, em particular, sua relação com as experiências de luta da classe operária em formação e com o primeiro movimento socialista/comunista. Löwy busca relatar o aparecimento, no jovem Marx, de uma nova concepção do mundo – a filosofia da práxis, fundamento metodológico de sua teoria da revolução como autoemancipação do proletariado. O livro é resultado de uma pesquisa interdisciplinar que se vincula, ao mesmo tempo, à sociologia, à história social, à filosofia e à teoria política.

Brumas sobre a Pont de Tolbiac

Brumas sobre a Pont de Tolbiac

Anos 1950. Nas brumas parisienses do 13º Arrondissement, o detetive Nestor Burma é surpreendido por seu passado – uma jovem cigana das ruas o guia até o Hospital de La Salpêtrière, onde ele descobre um cadáver que o remete ao tempo em que ‘Dinamite Burma’ frequentava a célula anarquista do bairro e ao atentado da Pont de Tolbiac, um misterioso caso ocorrido há vinte anos, mas nunca esclarecido.

A Espuma dos Dias

A Espuma dos Dias

“Obra-prima do escritor francês Boris Vian, A Espuma dos Dias faz uso de imagens poéticas e surreais para apresentar um universo absurdo. Trata-se da história dos amigos Colin, Chick, Nicolas, Chloé, Alise e Isis, que vivem em Paris num ambiente repleto de referências ao jazz e ao existencialismo dos anos 1950” (do site da CosacNaify).

Este livro recebeu apoio do PAP (Programa de Apoio à Publicação Carlos Drummond de Andrade) da Embaixada da França no Brasil.

Coleção ArteFíssil

Coleção ArteFíssil

A coleção ArteFíssil da Editora Contraponto (RJ) propõe títulos importantíssimos para a compreensão da Estética e da História da Arte das últimas décadas, enfatizando o diálogo interdisciplinar entre a Filosofia, os estudos de mídia e as diversas teorias da imagem. Destaques para obras seminais de Georges Didi-Huberman, Philippe-Alain Michaud e Aby Warburg.

A arte do presente

A arte do presente

O livro A arte do presente é a reunião de entrevistas feitas com Ariane Mnouchkine, diretora do Théâtre du Soleil, por Fabienne Pascaud, jornalista que acompanhou a fundadora e sua companhia de teatro.

A coragem da verdade – O governo de si e dos outros II

A coragem da verdade – O governo de si e dos outros II

A coragem da verdade é o último curso ministrado por Foucault no Collège de France, que analisava o “dizer a verdade” na política para estabelecer um número de condições éticas às regras formais do consenso: coragem e convicção.

Esse curso foi realizado de fevereiro a março de 1984, pouco antes da morte de Michel Foucault, 25 de junho do mesmo ano.

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A diaba e sua filha

A diaba e sua filha

“Este conto de Marie Ndiaye é uma história extraordinária, repleta de mistério e sedução, que confirma a ideia de que aquilo que chamamos Literatura Infantil é, muitas vezes, um esteriótipo fundado numa falsa menoridade da criança e na verdadeira arrogância do adulto. […] Ndiaye escreve sobre os nossos medos e o modo como eles são coletivamente construídos. Escreve sobre a necessidade de classificarmos os outros e os arrumarmos em bons e maus, em anjos e monstros. Nestas páginas se inscreve, enfim, a facilidade em culparmos e diabolizarmos os que são diferentes e os modo como os sinais de aparência (no caso, os pés de cabra) se erguem como marca de fronteira entre os “nossos” e os “do lado de lá”.”

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Cartas Iluministas: Correspondência  selecionada e anotada

Cartas Iluministas: Correspondência selecionada e anotada

Além da obra filosófica, literária e cinetífica, Voltaire escreveu cerca de 17 mil cartas. A presente seleção acompanha sua trajetória e abre uma janela para a grande revolução iluminista, da qual ele foi um dos lúcidos articuladores.

Abrangendo sessenta anos de vida epistolar, as cartas reunidas em Cartas iluministasmostram Voltaire em momentos e estados de espírito os mais diversos: irônico, ao dar conselhos literários a Frederico II; ponderado, ao discutir verbetes da Enciclopédia com Diderot e D’Alembert; prestativo, ao recomendar um amigo para um emprego; ou mesmo hipocondríaco, quando se estende sobre seus problemas de saúde. Também podemos vê-lo sarcástico e inflexível, em seus duelos com o desafeto Jean-Jacques Rousseau, ou meramente pragmático, ao negociar preços de terras ou vender relógios suíços para Catarina da Rússia…

Cartas Iluministas traz mais de 150 cartas – incluindo a célebre querela com Rousseau sobre os benefícios e o valos da civilização e da literatura – uma apresentação, breves perfis e índice dos destinatários das cartas, cronologia de vida e obra de Voltaire e cerca de 200 notas esclarecedoras de alusões, contextos e personagens citados.

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Aisthesis – Scènes du régime esthétique de l’art

Aisthesis – Scènes du régime esthétique de l’art

“Jacques Rancière examina uma quinzena de eventos célebres ou obscuros, onde se pergunta o que constitui a arte e o que ela produz. (…) Uma história da modernidade artística bem distante do dogma modernista.”

Cinefilia

Cinefilia

A partir de personalidades como Godard, Truffaut, Chabrol, Rivette e Bazin, e dos debates da nouvelle vague, Antoine de Baecque refaz o percurso dos anos 1940 a 1960, abordando as principais publicações dedicadas à crítica de cinema, como os Cahiers du cinéma ePositif. O livro mostra como a cinefilia conquistou seu lugar na história cultural do século XX ao inventar uma forma de ver e compreender o mundo através do cinema.
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A Cavalaria – Da Germânia antiga à França do século XII

A Cavalaria – Da Germânia antiga à França do século XII

O que foi historicamente a Cavalaria? Seus registros na documentação medieval não estão limitados às narrativas ficcionais, e é legítimo perguntarmos que ligação a literatura cortês, que nos fascina com Lancelote, Ivan e Tristão, tem com a cavalaria tal como nos surge a partir de um quadro documental mais vasto. Em nossa memória, entram em acordo e, por vezes, se diluem em dado comum os conceitos de Cavalaria e cortesia. No entanto, ambos merecem tratamento histórico diferenciado. O que, portanto, define a Cavalaria? Dominique Barthélemy discute essas questões com profundidade e convence-nos do quanto nossa imaginação da Cavalaria é quixotesca e quão mais antiga e complexa é sua realidade documental.

A terra e o céu de Jacques Dorme

A terra e o céu de Jacques Dorme

A história de amor vivida entre um aviador e uma enfermeira, ambos franceses, em Stalingrado durante a Segunda Guerra, é narrada por um escritor nascido na Rússia, que décadas mais tarde vive exilado na França.
O relato dessa paixão foi ouvido na adolescência, quando o narrador conheceu Alexandra num orfanato destinado a filhos de pais que desagradaram o stalinismo, como ele.As aventuras de Jacques Dorme contadas por Alexandra, assim como o contato com a língua francesa, falada por ela, marcaram o rapaz.
Anos depois, o narrador volta clandestinamente àquelas terras geladas em busca de suas origens e transforma suas memórias em um livro que o consagra e o desilude.

A guerra de Alain: as memórias do soldado Alan Ingram Cope

A guerra de Alain: as memórias do soldado Alan Ingram Cope

A Guerra De Alan é o relato gráfico da vida do soldado norte-americano Alan Ingram Cope durante a Segunda guerra mundial. A graphic novel mostra a fase de alistamento e treinamento do jovem em bases militares norte-americanas, os combates nos últimos meses da guerra na França e Alemanha, e a vida de Alan no pós-guerra na Europa. A adaptação das lembranças de Cope para hq são executadas com maestria e sensibilidade pelo desenhista Emmanuel Guibert e, embora os acontecimentos se passem durante os momentos mais terríveis da história do século XX, o soldado mantém um estreito contato com as artes (literatura, poesia e música) e com os amigos que vai conquistando pelo caminho.

A prosperidade do vício: uma viagem (inquieta) pela economia

A prosperidade do vício: uma viagem (inquieta) pela economia

Com momentos de suspense e sem “economês”, esse livro surpreendente leva o leitor a uma viagem no tempo, para revelar como a economia tem moldado a sociedade – do surgimento da agricultura à recente crise financeira em Wall Street. Reconstituindo as peripécias do homem para produzir e acumular riquezas, aponta para o futuro com indagações perturbadoras. Para onde o capitalismo nos conduz? A humanidade pode evitar o colapso ecológico? Narrativa vibrante em que história, política e meio ambiente se fundem para mostrar que o modelo econômico baseado na obsessão pela prosperidade está ultrapassado.

A História do Medo no Ocidente

A História do Medo no Ocidente

Ao tomar como objeto de estudo o medo, Jean Delumeau parte da ideia de que não apenas os indivíduos mas também as coletividades estão engajadas num diálogo permanente com a menos heroica das paixões humanas. Revelando-nos os pesadelos mais íntimos da civilização ocidental do século XIV ao XVIII – o mar, as trevas, a peste, a fome, a bruxaria, o Apocalipse, Satã e seus agentes -, o grande pensador francês realiza uma obra sem precedentes na historiografia do Ocidente.

Este livro recebeu apoio do PAP (Programa de Apoio à Publicação Carlos Drummond de Andrade) da Embaixada da França no Brasil.

Cinefilô

Cinefilô

Acreditando piamente que a sala escura do cinema é um ambiente que permite a rara fusão da imaginação com a racionalidade, o francês Ollivier Pourriol teve uma idéia inusitada : ensinar filosofia através de enredos de filmes cultuados no mundo inteiro. Este livro traz as aulas ministradas pelo autor em torno da obra do francês René Descartes (1596-1650) e do holandês Baruch de Spinoza (1632-1677). Descartes inaugrurou o racionalismo na Idade Moderna, com o seu “Penso, logo existo”. Ao contrário de Descartes, Spinoza achava que a emoção só pode ser suplantada por outra emoção – jamais pela razão.

Este livro recebeu apoio do PAP (Programa de Apoio à Publicação Carlos Drummond de Andrade) da Embaixada da França no Brasil.

Cinematógrafo: Um Olhar Sobre a História

Cinematógrafo: Um Olhar Sobre a História

O principal objetivo desta obra é reforçar as pesquisas científicas entre os pesquisadores franceses e brasileiros no domínio das relações entre o cinema e as sociedades que denominamos, a partir de Marc Ferro, de cinema-história. O livro reúne contribuições de pesquisadores reconhecidos em três áreas principais: os fundamentos teóricos da história e das ciências sociais e da representação dos processos históricos, a construção e a reconstrução do passado no cinema e os filmes como lugar de memória e de identidade que se cruzam no discurso fílmico. Os fenômenos são assim circunscritos a partir de um conjunto de suportes audiovisuais pouco abordados no Brasil, sob o ângulo da teoria cinema-história.

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Contornos do dia que vem vindo

Contornos do dia que vem vindo

Depois da guerra que devastou Mboasu, um país africano imaginário, os pais não conseguem mais cudar de seus filhos. Estes são expulsos de casa, acusados de serem a causa de todos os males. Contornos do dia que vem vindo conta a trajetória de uma dessas crianças: uma menina chamada Musango, determinada a reencontrar sua mãe para, assim, compreender sua própria história. Ao acompanharmos a busca de Musango, testemunhamos a angústia e o crescimento de uma criança perdida no meio de um país atormentado pela violência, pela prostituição e pela superstição religiosa. O olhar com que a jovem observa a África, o seu povo e sua vida, que ama e odeia ao mesmo tempo, é o de alguém que foi obrigado a crescer rapidamente, mas que, apesar disso, segue cheio de esperanças no futuro.

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Crônicas Birmanesas

Crônicas Birmanesas

Desta vez o autor da aclamada graphic novel Pyongyang traça um retrato atemporal, incisivo e sensível de Myanmar, onde permaneceu por 14 meses, acompanhando sua mulher, que trabalha para a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF). Em Crônicas Birmanesas ele narra sua estada no país, onde aos poucos foi descobrindo a realidade política, social, cultural, religiosa e de saúde desta nação asiática governada por uma junta militar, e onde a economia é dominada por grandes grupos industriais internacionais. Revistas e jornais censurados a golpes de tesouras, apagões diários em toda a cidade, regiões isoladas do resto do mundo pelos militares, internet monitorada pela censura, populações de vilas inteiras entregues à dependência de heroína e a líder de oposição, Aung San Suu Kyi, confinada em prisão domiciliar por mais de uma década. Esses temas são mesclados com outros mais leves, como o dia-a-dia com seu pequeno filho Louis, sua estada para meditação em um templo budista ou a alienação dos estrangeiros que ali habitam, formando um retrato do país, com muito humor, crítica e informações a que dificilmente teríamos acesso.

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Atlas da Mundialização

Atlas da Mundialização

Verdadeira caixa de ferramentas, este Atlas, concebido por um cartógrafo, uma geógrafa e dois cientistas políticos, é fruto do trabalho coletivo desenvolvido a partir do curso Espaço mundial, uma das principais disciplinas ministradas em Science Po (Fondation Nationale de Sciences Politiques), Paris, França. Esta edição 2009 do Atlas da Mundialização, finalmente disponível para o público brasileiro, em língua portuguesa, mantém as características que fizeram dessa uma obra de referência em sua área: •cartografia precisa; •entradas temáticas desenvolvidas em páginas duplas e espelhadas, índice analítico e remissivo; •dados estatísticos, mapas e gráficos totalmente atualizados; •documentos inéditos sobre as mais recentes problemáticas do espaço mundial contemporâneo; •textos sintéticos; •projeto visual claro, arejado, que permite acesso imediato às definições e legendas das fotos.

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Antologia teatral da latinidade

Antologia teatral da latinidade

<p>O objetivo da obra é levar ao público um pouco da cena teatral contemporânea, contribuindo, segundo argumentação da Editora UFMG, para “preencher o vazio das prateleiras de textos teatrais, bastante negligenciados pelo mercado editorial brasileiro”. Os autores têm seu percurso apresentado em introdução que oferece noção de sua importância nos respectivos países.</p>

A oficina do cosmógrafo

A oficina do cosmógrafo

<p>Este livro retraça a gênese da obra de André Thevet (1516-1592), geógrafo e cosmógrafo que serviu à dinastia dos Valois e, no ‘Novo Mundo’, produziu o livro ‘As singularidades da França Antártica’, com uma documentação de qualidade sobre a flora, a fauna e os costumes dos índios do Brasil meridional. Analisando a geografia e a cosmografia, ‘A oficina do cosmógrafo’ mostra que uma civilização é avaliada por seus mapas – eles mostram sua percepção do Outro bem como a imagem que ela se faz dela mesma. Por seu trabalho, é criado um novo Universo.</p>

A arte de ler: ou como resistir à adversidade

A arte de ler: ou como resistir à adversidade

Michèle Petit é antropóloga e pesquisadora do Laboratório de Dinâmicas Sociais e Recomposição dos Espaços, do Centre National de la Recherche Scientifique, na França. Possui obras traduzidas em vários países europeus e latino-americanos. Em seu novo trabalho, a autora reune experiências de diferentes tipos de leitores em contextos adversos, especialmente em países da América Latina, entre eles o Brasil. Neste livro a antropóloga francesa amplia os temas e aprofunda as análises de sua outra obra, Os jovens e a leitura, publicada em 2008 pela Editora 34. A autora investiga as diferentes maneiras pelas quais a forma narrativa pode atuar como educadora, ao mesmo tempo em que se afirma como um poderoso instrumento de resistência ao caos interior e à exclusão social.

A condição urbana

A condição urbana

Com a globalização, ei-nos projetados para o “pós-cidade”, para o “pós-urbano”. Na Europa, estávamos habituados a ver a cidade como um espaço circunscrito no qual se desenvolve uma vida cultural, social, política, tornando possível uma integração cívica dos indivíduos.. Somos agora confrontados de um lado com metrópoles gigantescas e sem limites, e de outro com o surgimento de entidades globais, em rede, cortadas de seu ambiente. A reconfiguração que ora ocorre suscita inquietação: iremos assistir ao declínio irremediável dos valores urbanos que acompanharam a história ocidental? Prevalecerão inelutavelmente a fragmentação e o estiramento caótico? Estaremos condenados a lamentar a polis grega, a cidade do Renascimento, a Paris das Luzes, as grandes cidades industriais do século XIX? Relembrando os elementos distintivos da urbe, Olivier Mongin assenta os fundamentos de um reflexão atual sobre a condição urbana. Vivemos numa época na qual a informação se troca de forma imaterial, mas de acordo com os fluxos do que com os lugares; como, nessas condições, refundar e reformular espaços urbanos de acordo com o nosso tempo?

A democracia contra ela mesma

A democracia contra ela mesma

A democracia reina, sem reservas, absoluta. Dominou seus velhos inimigos, do lado da reação e do lado da revolução. Pode ser, no entanto, que ela tenha encontrado seu adversário mais perigoso: ela mesma. Este livro reúne textos escritos ao longo de vinte anos que examinam sob diferentes faces essa prodigiosa mudança. Vimos a democracia não apenas triunfar e avançar de maneira decisiva, mas voltar às suas origens ao pôr novamente em foco os direitos do homem e se remodelar com base naquela escola. Exceto que, por um retorno ainda mais inesperado, essa retomada dos primeiros princípios conduziu, na verdade, a solapar suas próprias bases. Ela se desfaz ao progredir. É essa dificuldade que Marcel Gauchet explora, da política à psicologia, passando pela educação. “Nada fracassa com o sucesso”, observou Chesterton. A democracia sobreviverá a seu triunfo?

A outra vida de Catherine M.

A outra vida de Catherine M.

Desde o primeiro relato de suas aventuras eróticas em A vida sexual de Catherine M. – que vendeu mais de dois milhões de exemplares e foi traduzido para mais de quarenta líguas -, Catherine Millet não deixa de surpreender o público com minúncias de sua trajetória de desejo sem freio, contadas com estilo sóbrio e elegante. A outra vida de Catherine M. revela as armadilhas do casamento aberto e um elenco infinito de amantes e ousadias, além de um ingrediente inesperado: o doloroso e incontrolável ciúime que sentiu por um único parceiro.

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