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Novidades

A Mediateca da Maison de France oferece nesse espaço, atualizado regularmente, as novidades do mês que mais chamaram a atenção da equipe.

A equipe e suas respectivas áreas de atuação: Rafael Viegas Biblioteconomia, Filosofia, Psicanálise, Sociologia, Antropologia, Religião e Arte (Cinema, Música, Fotografia). Luiz Miranda Audiovisual, Linguística, Turismo/Geografia, Periódicos e Biblioteca do Aprendiz. André Sena História, Relações Internacionais, Direito, Economia, Dança e Teatro. Alessandra Santos Romance – policial e ficção científica -, História em Quadrinhos, Música francesa e Ciência e Tecnologia.

Outras novidades podem ser encontradas acessando o acervo online da Mediateca.

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Hans Blix
Irak: Les armes introuvables
Tradução de Paul Chemla, Pierre-Emmanuel Dauzat e Odile Demange
Ed. Fayard, 2004.
Neste livro, Hans Blik conta a sua experiência como chefe dos inspetores de desarmamento da Onu no Iraque, cargo que assumiu
entre os anos 2000 e 2003. Anos fortes para alguém que teve de lidar com negociações, inspeções no Iraque, aposentadoria de
inspetores em 2003, a guerra e a incapacidade dos ocupantes americanos de encontrarem a tão polêmica arma de destruição em
massa iraquiana.
Olivier Adam
Des vents contraires
Ed. Point Deux, 2008.

Somente o mar poderá preencher o vazio inconcebível deixado pela partida de Sarah.  Assim,  Paul leva seus filhos pequenos para Saint-Malo, para esquecer, respirar e reaprender a viver.

Roger Tully
Prémices du geste dansant
Ed. Gremese, 2008.

Prémices du geste dansant – manuel d’apprentissage de la danse classique, escrito por Roger Tully, como o nome diz, é um manual de aprendizagem da dança moderna. Os ensinamentos da obra são baseados no eixo corporal e não na dança como movimentos de pernas e braços. Os princípios de “prémices du geste dansant” são universais e se apresentam nas diversas formas artísticas. A dança para Tully não tem nada de forçado, é uma expressão natural do corpo. E o eixo do corpo se define em cada novo movimento. A dança, assim como as artes, é uma forma de expandir a visão do mundo, mantendo-se sempre centrado.

Denis Rolland (org.)
Histoire Culturelle des Relations Internationales: Carrefour Méthodologique
Ed. L'Harmattan, 2004.
Organizada por Denis Rolland (Université Robert Schuman-IEP-Strasbourg,CHEVS,IUF), a coleção Histoire Culturelle des Relations Internationales se propõe a expor os mecanismos da cena cultural europeia e mundial, apresentando alguns dos mais recentes estudos sobre as instituições, as políticas públicas e as forças políticas e culturais em voga nos dias atuais. Para tanto, realiza um estudo interdisciplinar que relaciona estudos da área jurídica, das ciências políticas, das relações internacionais, da história e da antropologia. A obra também conta com a colaboração Pascal Baudry
(WDHB Consulting Group), François Chaubet (Université de Tours), entre outros.
Philippe Moreau Defarges
Relations Internationales
Ed. Éditions du Seuil, 2010.

De autoria de Philippe Moreau Defarges, professor na Sciences-Po Paris, Relations Internationales constitui uma obra dividida em dois volumes, revisados e atualizados recentemente. No primeiro volume, que trata de questões regionais, o pesquisador põe em questão as especificidades da dinâmica geográfica, cultural, religiosa, econômica e política de cada parte do mundo, como por exemplo a influência do islã no Oriente Médio e a herança das fronteiras estatais deixadas pelos colonizadores na África. No segundo volume, o autor aborda a mundialização revolucionária dos anos 2000, através da emergência de novas potências mundiais e de conflitos ligados ao processo de democratização. Para tanto, utiliza-se de um procedimento pedagógico, definindo e explicando noções, dados essenciais e apresentando argumentos e teses atuais.

Hazel Henderson & Daisaku Ikeda
Pour une citoyenneté planétaire
Ed. L'Harmattan, 2005.

Pour une citoyenneté planétaire (Por uma cidadania planetária, em tradução livre) explora um amplo leque de questões que prendem atualmente a atenção da sociedade sob todos os níveis: o desenvolvimento sustentável; a justiça econômica; o respeito aos povos indígenas, de suas terras e de seus recursos originais; a democratização da política e das instituições internacionais; a responsabilização das empresas, e a preservação da biodiversidade, da qualidade do ar e da água e o clima de nosso planeta.

Muito mais que ater-se a predições sombrias e sinistras, os autores Hazel Henderson (futoróloga e economista evolucionista) e Daisaku Ikeda (presidente da associação de leigos budistas Soka Gakkai internacional – SGI) professam um otimismo realista, mas também profundo, no potencial humano e na nossa capacidade de construir um futuro melhor. Defendendo que uma mudança positiva no coração de apenas uma pessoa pode levar a transformação do mundo inteiro, eles apresentam pontos de vista perspicazes e convincentes, próprios a tocar e a convidar o leitor a pôr-se em questão.

Tatiana de Rosnay
Elle s'appelait Sarah
Ed. Héloïse d'Ormesson, 2006.
Paris, julho de 1942: Sarah, uma menina judia de dez anos é parada com seus pais pela polícia francesa, no meio da madrugada.
Apavorada, ela esconde seu irmão caçula em um lugar seguro, lhe prometendo de voltar para o abrigo assim que possível.
Paris,maio de 2002: Julia Jarmond, uma jornalista americana casada com um francês, é designada para cobrir as comemorações do 60º aniversário do Vel dHiv, episódio do qual ela nunca ouvira falar até então. Sessenta anos depois, seu caminho vai cruzar o de Sarah, e sua vida vai mudar para sempre.
Elle s’appelait Sarah (Ela se chamava Sarah, em tradução livre) é a história de duas famílias unidas por um terrível segredo. É também a evocação de umas das páginas mais sombrias do governo francês da Ocupação. Um romance emocionante sobre a culpabilidade e o dever de memória, de sucesso internacional.
Baseado neste livro, foi lançado um filme de mesmo nome, sob a direção de Gilles Paquet-Brenner. O filme se encontra em cartaz no Brasil, com o nome de “A chave de Sarah”. Para conferi-lo nos cinemas, clique aqui.
Emmanuel Carrère
Limonov
Ed. P.O.L., 2011.

Após “Um romance russo” e “Outras vidas que a minha”, traduzidos no Brasil pela Editora Alfaguara, Emmanuel Carrère conta no livro Limonov – ganhador do prêmio Renaudot em 2011 – a história do ucraniano multifacetado Edouard Limonov: escritor conhecido do meio descolado parisiense, baderneiro em Kharkov, na Ucrânia, ídolo do underground moscovita, mordomo de um milhionário em Nova Iorque, solado na ex-União Soviética, líder de um partido facista…

Saiba mais sobre o livro premiado aqui.

Karen Keller & Ricardo Rodrigues; Olga Ballesta & Stéphane Regman (resp.)
Portugais pour les nuls & Initiation portugais
Tradução de Jean-Philippe Riby (Le Portugais pour les nuls)
Ed. First Editions & Nathan (resp.), 2008 & 2009 (resp.).

O acervo da mediateca conta com uma novidade para os leitores estrangeiros que desejam aprender ou se aprimorar na língua portuguesa: Os métodos “Initiation Portugais” e “Le Portugais pour les nuls”.

O livro “Le portugais pour les nuls”, da coleção “Pour les nuls”, visa ao público francófono que deseja aprender rapidamente o português, seja para uma viagem de negócios, seja para conversar com falantes de português (do Brasil ou de Portugal).  Já “Initiation Portugais”, da coleção “Voie Express”, é um método curto e fácil para adquirir boas bases na língua portuguesa falada em Portugal. Ele contém um livro de formação e um livro anexo com palavras-chave, tradução de diálogos e o léxico utilizado.

Ambos os livros apresentam vocaulários úteis, noções básicas da língua, exercícios e vêm acompanhados de cds de escuta com diálogos de situações cotidianas.

François Ozon
Potiche
Ed. Mandarin Cinéma, 2011.

Ambientado em 1977, “Potiche” conta a história de uma família tradicional e burguesa cujo pai, Robert Pujol, é um homem desprezível, que só pensa nos negócios e não se relaciona bem com ninguém: funcionários, filhos e sua esposa Suzanne. Mme Pujol é por ele considerada uma mulher “potiche”, termo que em francês indica uma pessoa submissa e calada, sendo semelhante a um objeto decorativo. No entanto,depois de uma greve em sua fábrica de guarda-chuvas, Robert é sequestrado. Suzanne assume então o comando da empresa, se mostrando uma mulher com capacidade e dons incríveis de administrar a fábrica, bem melhor do que seu marido fazia e sendo muito mais que um mero “potiche”.

No Brasil, a pré-estreia de “Potiche”, no Festival Varilux de cinema francês de 2011, contou com a presença de Catherine Deneuve, que protagoniza o filme. Nele atua também Gérard Depardieu, que mais uma vez realiza um par romântico com a diva francesa.

Do diretor François Ozon, “Potiche” resgata as cores de seu realismo fantástico para apresentar um divertido conto sobre a emancipação feminina dos anos 1970, usando caricaturas dos modelos institucionais da família em mudança de paradigma. Para encontrar mais filmes de François Ozon ou com a atriz Catherine Deneuve no acervo da mediateca, clique aqui.

Christophe Blain
En cuisine avec Alain Passard
Ed. Gallimard, 2011.

Um novo quadrinho do francês Christophe Blain, autor de Isaac o pirata (Conrad Editora), pode ser encontrado para empréstimo na Mediateca da Maison de France. É o livro “En cuisine avec Alain Passard” onde Blain apresenta o processo criativo e algumas receitas do famoso chef Alain Passard em seu restaurante L’Arpège, situado no número 84 da rue de Varenne, em Paris. Mais do que receitas, o livro mostra um estado de espírito, a elegância do gesto de Alain Passard, a sua procura pela perfeição do cozimento, dos cortes e dos temperos. Este livro ganhou o Prix du Livre Fooding 2012 e já vendeu 35000 exemplares.

Edgar Morin
Cultura de massas no século XX: Neurose
Tradução de Maura Ribeiro Sardinha
Ed. Forense Universitária, 2011.

A cultura de massas, durante os anos 60-65, estendendo seus poderes sobre o mundo ocidental, produz industrialmente os mitos condicionadores da integração do público consumidor à realidade social. Neurose tem aqui não somente o sentido de um mal do espírito, mas de um compromisso entre esse mal e a realidade, através de fantasias, de mitos e de ritos.

Paul Valéry
Meu fausto
Tradução de João Alexandre Barbosa
Ed. Ateliê Editorial, 2010.

Este livro contém esboços do poema que relata a tragédia do Dr. Fausto, homem das ciências que, desiludido com o conhecimento de seu tempo, faz um pacto com o demônio Mefistófeles, que o enche com a energia satânica insufladora da paixão pela técnica e pelo progresso.

Lolita Pille
Cidade da penumbra
Tradução de Júlio Bandeira
Ed. Intrínseca, 2010.

Syd Paradyne, tira alcoólatra da série B, investiga o suicídio de um obeso. O sol não aparece há muito tempo. A corrupção reina. Blue, uma garota linda e estigmatizada aparece em sua vida. Ela tem os olhos azul-metálicos e segredos inconfessáveis – é uma possibilidade de amor em um mundo sem esperanças. Trata-se de uma sátira em uma sociedade utópica baseada na premissa da felicidade obrigatória, em uma atmosfera de policial noir. ‘Cidade da penumbra’ é um retrato do consumismo e do endividamento bancário, do uso indiscriminado de remédios e drogas e da ditadura da felicidade a qualquer preço. A autora cria polêmica e aborda o totalitarismo, o racismo, a desinformação, a vigilância big brother e as cibertecnologias.

David B.
Pequeno pirata
Tradução de Maria Clara Carneiro
Ed. Leya, 2011.

Da Admsterdã de onde zarparam, até os confins do mundo, os tripulantes do Holandês Voador não encontram descanso. Condenados a vagar eternamente pelos mares, esses piratas buscam a redenção divina pelos crimes cometidos. Enquanto a graça da morte final não chega, porém, continuam aterrorizando cada navio que aparece em sua rota frantasma. Até que, um dia, um bebê atravessa o caminho deles. (Adaptado a partir de um conto de Pierre Mac Orlan)

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