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Lançamentos

Aqui você poderá encontrar informações sobre livros franceses traduzidos no Brasil, sobretudo os chancelados pelo Programa de Apoio à Publicação (PAP) Carlos Drummond de Andrade da Embaixada da França a partir de 2009. Esta trabalho é resultado das escolhas feitas por editores franceses assim como por editores e universitários brasileiros. Para saber como concorrer ao PAP, inscreva-se na área profissional do site (acesso gratuito). Para dúvidas e outras informações, entre em contato com o Escritório do Livro da Embaixada da França no Brasil.

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Jean Clair
Hubris. La Fabrique du monstre dans l'art moderne
()
Tradução de
Ed. Gallimard, 2012.

“A arte moderna frequentemente se devotou à feiúra. Anatomias disformes, composições incongruentes, vontade de surpreender e de chocar: quem ousaria ainda falar de beleza nestes tempos? (…) Jean Clair propõe uma leitura antropológica da estética moderna que entrecruza história da arte, história das ciências e história das idéias”

Jacques Rancière
Aisthesis - Scènes du régime esthétique de l'art
()
Tradução de
Ed. Galilée, 2011.

“Jacques Rancière examina uma quinzena de eventos célebres ou obscuros, onde se pergunta o que constitui a arte e o que ela produz. (…) Uma história da modernidade artística bem distante do dogma modernista.”

Maxime Coulombe
Petite philosophie du zombie
()
Tradução de
Ed. PUF, 2012.

“Os zumbis estão em toda parte, no cinema, na televisão, nas ruas, nas livrarias. Grotescos e aterrorizantes, poderiam ser apenas uma tendência kitsch, uma moda (…) mas eles põe em questão os limites da condição humana: a  da consciênia, da vida e da civilização”

Bruno Latour
Enquête sur les modes d'existence
()
Tradução de
Ed. La Découverte, 2012.

Dando continuidade ao trabalho iniciado em seu clássico “Jamais fomos Modernos”, Bruno Latour investiga aqui a noção de “modo de existência” (tanto uma forma de ser quanto um tipo particular de condição – ou regime – de verdade).Esta investigação nos leva refletir sobre o que herdamos dos Modernos e o que, efetivamente, conseguimos criar de original.

Léo Malet. Ilust: Jacques Tardi
Brumas sobre a Pont de Tolbiac
(Brouillard au Pont de Tolbiac)
Tradução de Claudio Roberto Martini
Ed. Zarabatana Books, 2012.

Anos 1950. Nas brumas parisienses do 13º Arrondissement, o detetive Nestor Burma é surpreendido por seu passado – uma jovem cigana das ruas o guia até o Hospital de La Salpêtrière, onde ele descobre um cadáver que o remete ao tempo em que ‘Dinamite Burma’ frequentava a célula anarquista do bairro e ao atentado da Pont de Tolbiac, um misterioso caso ocorrido há vinte anos, mas nunca esclarecido.

Michael Löwy
A teoria da revolução no jovem Marx
(La théorie de la révolution chez le jeune Marx)
Tradução de Anderson Gonçalves
Ed. Boitempo, 2012.

Esta obra procura ser, essencialmente, um estudo da evolução política e filosófica de Marx no contexto histórico das lutas sociais na Europa durante os anos de 1840-48 e, em particular, sua relação com as experiências de luta da classe operária em formação e com o primeiro movimento socialista/comunista. Löwy busca relatar o aparecimento, no jovem Marx, de uma nova concepção do mundo – a filosofia da práxis, fundamento metodológico de sua teoria da revolução como autoemancipação do proletariado. O livro é resultado de uma pesquisa interdisciplinar que se vincula, ao mesmo tempo, à sociologia, à história social, à filosofia e à teoria política.

Bastien Vivès
O gosto do cloro
(Le goût du chlore)
Tradução de Maria Clara Carneiro
Ed. Barba Negra, 2012.

O gosto do cloro conta a história de dois jovens que se encontram casualmente em uma piscina pública de Paris. Ela nada por distração e ele por recomendações médicas. Aos poucos o interesse dele em relação a ela começa a surgir. Retratando romances e relações casuais, O gosto do cloro ganhou o prêmio Revelação Essencial do Festival de Angoulême, em 2009.

Apoio PAP

Jean-Claude Milner
O amor da língua
(L'amour de la langue)
Tradução de Paulo Sérgio de Souza Jr.
Ed. Editora Unicamp, 2012.

Jean-Claude Milner, linguista francês, apresenta, nesse livro, os efeitos de suas incursões no meio psicanalítico francês.  O amor da língua realiza uma leitura dos fundamentos da linguística a partir da consideração da hipótese do inconsciente.

Winshluss
Pinóquio
(Pinocchio)
Tradução de
Ed. Globo, 2012.

A adaptação contemporânea e sombria da famosa obra de Carlo Colodi por o Winshluss, vencedora do Grand Prix de Angoulême 2009, ganha tradução no Brasil pela editora Globo. A obra original em francês esta disponivel na Mediateca da Maison de France !

Paul Ricoeur
Vivo até a morte: seguido de Fragmentos
(Vivant jusqu'à la mort: suivi de Fragments)
Tradução de Eduardo Brandão
Ed. WMF Martins Fontes, 2012.
Paul Ricoeur foi um dos grandes filósofos e pensadores franceses do século XX. Em 1996, com 83 anos, ele reflete sobre a morte. A morte de quem já morreu e sua própria morte. O que acontece depois? “Passagem a outro estado de ser, espera de ressurreição, reencarnação ou, para espíritos mais filosóficos, mudança de estatuto temporal, elevação a uma eternidade imortal.”. “O que são os mortos?”.
Textos de sobreviventes dos campos de deportação e um confronto com um livro de Xavier Léon-Dufour sobre a ressurreição são duas mediações pelas quais passa a reflexão de Paul Ricoeur sobre a morte.
O livro é composto também por uma segunda parte, a parte que o filósofo chamou de fragmentos. Pequenos textos escritos por ele em 2004 e 2005, sendo o último, um mês antes de sua morte.

O livro contou com a ajuda dos Programas de apoio à publicação do Instituto Francês.

Adauto Novaes (org.)
Mutações: Elogio à Preguiça
()
Tradução de
Ed. SESC SP, 2012.

“A arte nasceu de um bocejo sublime…”, afirmou o grande escritor Mário de Andrade, ao defender
as preguiças iluminadas dos filósofos gregos. Elogio à preguiça é o quinto livro da série Mutações
organizada por Adauto Novaes. Aqui, vinte e dois pensadores tomam a preguiça ou o universo do
preguiçoso como fundo para discussões sobre temas como poesia e preguiça; o laço invisível que
ata preguiça e pecado; a produtividade do trabalho e a falsa promessa do tempo liberado; e o
elogio dos gregos à preguiça, para quem “pensar é o passeio da alma”.

Zep
3 volumes de Titeuf
(Titeuf)
Tradução de
Ed. Vergara & Riba, 2012.

O personagem de quadrinhos Titeuf chega ao Brasil com grande expectativa da parte do público. Trata-se de uma série, criada pelo cartunista suíço Zep, que já conta com 15 álbuns e foi lançada em 25 países. A V&R lançou neste mês os dois primeiros: Deus, o sexo e os suspensóriosO amor é nojento… O terceiro, Do que elas gostam, está previsto para o segundo semestre.

Jean-Marie Gustave Le Clézio
História do Pé e Outras Fantasias
(Histoire du pied)
Tradução de Leonardo Fróes
Ed. Cosac & Naify, 2012.

A História do Pé e Outras Fantasias é o último livro do francês J. M. G. Le Clézio, Prêmio Nobel de 2008. Trata-se do terceiro título deste autor publicado pela Cosac Naify. A obra consiste em uma composição de histórias independentes que remontam ao fascínio de Le Clézio pelo universo simbólico africano, na busca de uma interseção entre o eclético visto de fora, e a leitura interior do próprio autor em sua vivência literária.

Roland Barthes
Diário de Luto
(Journal de deuil)
Tradução de Leila Perrone-Moysés
Ed. WMF Martins Fontes, 2012.

Diário de Luto consiste na verdade em um diário de fato, mantido pelo semiólogo e escritor Roland Barthes entre 26 de outubro de 1977, dia seguinte ao da morte de sua mãe e 15 de setembro de 1979. Trata-se de um conjunto de 330 fichas quase todas datadas e reunidas pela primeira vez em livro.

Jean Genet
O Ateliê de Giacometti
(L'Atelier de Giacometti)
Tradução de Celia Euvaldo
Ed. Cosac Naify, 2000.

O escritor e dramaturgo francês Jean Genet (1910-1986), autor de As criadas, escreve sobre sua amizade com o escultor suíço Alberto Giacometti (1901-1966), reproduzindo conversas e buscando compreender uma das mais importantes obras escultóricas do século XX, que reflete o mal-estar espiritual europeu do pós-guerra. [Texto do editor] leia mais.

[clique aqui e veja a lista completa]
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