Aqui você poderá encontrar informações sobre livros franceses traduzidos no Brasil, sobretudo os chancelados pelo Programa de Apoio à Publicação (PAP) Carlos Drummond de Andrade da Embaixada da França a partir de 2009. Esta trabalho é resultado das escolhas feitas por editores franceses assim como por editores e universitários brasileiros. Para saber como concorrer ao PAP, inscreva-se na área profissional do site (acesso gratuito). Para dúvidas e outras informações, entre em contato com o Escritório do Livro da Embaixada da França no Brasil.

“A arte moderna frequentemente se devotou à feiúra. Anatomias disformes, composições incongruentes, vontade de surpreender e de chocar: quem ousaria ainda falar de beleza nestes tempos? (…) Jean Clair propõe uma leitura antropológica da estética moderna que entrecruza história da arte, história das ciências e história das idéias”

“Jacques Rancière examina uma quinzena de eventos célebres ou obscuros, onde se pergunta o que constitui a arte e o que ela produz. (…) Uma história da modernidade artística bem distante do dogma modernista.”

“Os zumbis estão em toda parte, no cinema, na televisão, nas ruas, nas livrarias. Grotescos e aterrorizantes, poderiam ser apenas uma tendência kitsch, uma moda (…) mas eles põe em questão os limites da condição humana: a da consciênia, da vida e da civilização”

Dando continuidade ao trabalho iniciado em seu clássico “Jamais fomos Modernos”, Bruno Latour investiga aqui a noção de “modo de existência” (tanto uma forma de ser quanto um tipo particular de condição – ou regime – de verdade).Esta investigação nos leva refletir sobre o que herdamos dos Modernos e o que, efetivamente, conseguimos criar de original.

Anos 1950. Nas brumas parisienses do 13º Arrondissement, o detetive Nestor Burma é surpreendido por seu passado – uma jovem cigana das ruas o guia até o Hospital de La Salpêtrière, onde ele descobre um cadáver que o remete ao tempo em que ‘Dinamite Burma’ frequentava a célula anarquista do bairro e ao atentado da Pont de Tolbiac, um misterioso caso ocorrido há vinte anos, mas nunca esclarecido.

Esta obra procura ser, essencialmente, um estudo da evolução política e filosófica de Marx no contexto histórico das lutas sociais na Europa durante os anos de 1840-48 e, em particular, sua relação com as experiências de luta da classe operária em formação e com o primeiro movimento socialista/comunista. Löwy busca relatar o aparecimento, no jovem Marx, de uma nova concepção do mundo – a filosofia da práxis, fundamento metodológico de sua teoria da revolução como autoemancipação do proletariado. O livro é resultado de uma pesquisa interdisciplinar que se vincula, ao mesmo tempo, à sociologia, à história social, à filosofia e à teoria política.

O gosto do cloro conta a história de dois jovens que se encontram casualmente em uma piscina pública de Paris. Ela nada por distração e ele por recomendações médicas. Aos poucos o interesse dele em relação a ela começa a surgir. Retratando romances e relações casuais, O gosto do cloro ganhou o prêmio Revelação Essencial do Festival de Angoulême, em 2009.
Apoio PAP

Jean-Claude Milner, linguista francês, apresenta, nesse livro, os efeitos de suas incursões no meio psicanalítico francês. O amor da língua realiza uma leitura dos fundamentos da linguística a partir da consideração da hipótese do inconsciente.

A adaptação contemporânea e sombria da famosa obra de Carlo Colodi por o Winshluss, vencedora do Grand Prix de Angoulême 2009, ganha tradução no Brasil pela editora Globo. A obra original em francês esta disponivel na Mediateca da Maison de France !

O livro contou com a ajuda dos Programas de apoio à publicação do Instituto Francês.

“A arte nasceu de um bocejo sublime…”, afirmou o grande escritor Mário de Andrade, ao defender
as preguiças iluminadas dos filósofos gregos. Elogio à preguiça é o quinto livro da série Mutações
organizada por Adauto Novaes. Aqui, vinte e dois pensadores tomam a preguiça ou o universo do
preguiçoso como fundo para discussões sobre temas como poesia e preguiça; o laço invisível que
ata preguiça e pecado; a produtividade do trabalho e a falsa promessa do tempo liberado; e o
elogio dos gregos à preguiça, para quem “pensar é o passeio da alma”.

O personagem de quadrinhos Titeuf chega ao Brasil com grande expectativa da parte do público. Trata-se de uma série, criada pelo cartunista suíço Zep, que já conta com 15 álbuns e foi lançada em 25 países. A V&R lançou neste mês os dois primeiros: Deus, o sexo e os suspensórios e O amor é nojento… O terceiro, Do que elas gostam, está previsto para o segundo semestre.

A História do Pé e Outras Fantasias é o último livro do francês J. M. G. Le Clézio, Prêmio Nobel de 2008. Trata-se do terceiro título deste autor publicado pela Cosac Naify. A obra consiste em uma composição de histórias independentes que remontam ao fascínio de Le Clézio pelo universo simbólico africano, na busca de uma interseção entre o eclético visto de fora, e a leitura interior do próprio autor em sua vivência literária.

Diário de Luto consiste na verdade em um diário de fato, mantido pelo semiólogo e escritor Roland Barthes entre 26 de outubro de 1977, dia seguinte ao da morte de sua mãe e 15 de setembro de 1979. Trata-se de um conjunto de 330 fichas quase todas datadas e reunidas pela primeira vez em livro.

O escritor e dramaturgo francês Jean Genet (1910-1986), autor de As criadas, escreve sobre sua amizade com o escultor suíço Alberto Giacometti (1901-1966), reproduzindo conversas e buscando compreender uma das mais importantes obras escultóricas do século XX, que reflete o mal-estar espiritual europeu do pós-guerra. [Texto do editor] leia mais.