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FLIP 2018

A 16ª Festa Literária Internacional de Paraty acontecerá de 25 a 29 de julho, em Paraty com curadoria de Joselia Aguiar. Esse ano, a FLIP homenageará  a escritora Hilda Hilst, que fez sua literatura em torno de temas como o amor, a morte, Deus, a finitude e a transcendência.

A abertura da Festa reunirá duas grandes autoras brasileiras, de gênio e de força, que há mais de meio século brilham nos palcos: a atriz Fernanda Montenegro, um dos maiores nomes da dramaturgia do país, e a maestrina, compositora e pianista Jocy de Oliveira, pioneira da música de vanguarda eletroacústica e da ópera multimídia.

A autora franco-marroquina Leïla Slimani e o autor franco-congolês Alain Mabanckou, participaram dessa edição.

 

Sobre Leïla Slimani : nasceu em Rabat, no Marrocos, em 1981, e vive desde os 17 anos em Paris. Atuou como jornalista e publicou o primeiro romance, Dans le Jardin de l’ogre, em 2014. O livro fez dela a primeira mulher a ganhar o prêmio La Mamounia, atribuído a escritores marroquinos em língua francesa. Foi a primeira vez também que uma mulher ganhou um premio literário no mundo árabe-muçulmano – e justamente com um romance erótico, sobre uma mulher – Adèle – que leva uma vida dupla, dividida entre o casamento com um cirurgião e uma série de encontros sexuais. Seu segundo livro, Chanson douce, publicado no Brasil como Canção de ninar (Tusquets/Planeta), venceu em 2016 o Goncourt, o mais importante prêmio literário da França. O romance conta a história de um casal que passa a viver uma relação de interdependência com a babá, Louise, aparentemente perfeita – até o dia em que acontece uma tragédia:o assassinato de um dos filhos do casal.

 

Sobre Alain Mabanckou : Nascido em Congo-Brazzaville em 1966, Alain Mabanckou estudou Letras e Filosofia no Lycée Karl Marx. Aos 22 anos, mudou-se para a França após ganhar uma bolsa para cursar direito. Tinha 25 quando estreou na literatura, publicando coletâneas de poemas. Seu primeiro romance, “Bleu-Blanc-Rouge”, rendeu o Grand prix littéraire d’ Afrique noire em 1999. No Brasil, ele tem dois livros lançados. “Memórias de um porco-espinho” (Malé) ganhou na França o prêmio Renaudot.

 

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