Ciências Humanas

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quinta, 30/07/2009, 0:00h
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Boris Cyrulnik estará no Brasil em agosto

Seminários de Resiliência e Cultura

“Nossa história não é nosso destino”. Com esta frase, Boris Cyrulnik, neuropsiquiatra e etólogo francês, abre um campo de debates sobre o processo de resiliência, que se refere às estratégias das quais se pode lançar mão para que as marcas de experiências adversas na vida de pessoas ou grupos não sentenciem um futuro irremediavelmente traumatizado e infeliz.

Participa, junto com Gérard Ostermann e Antoine Lejeune, pesquisadores do Observatoire International de la Résilience, do II Ciclo Internacional Resiliência e Cultura, que acontece de 19 a 30 de agosto nas cidades de Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Natal.

Cyrulnik é chefe de ensino da clínica do apego da Universidade de Toulon, na França. Baseou a teoria da resiliência em sua experiência pessoal: quando tinha apenas seis anos, durante a 2ª Guerra, na França, escapou da batida policial que prendeu seus pais e sua irmã, que foram em seguida deportados e mortos em campos de concentração nazistas. Aos oito anos, sozinho, teve de reaprender a viver. Publicou, entre outros livros, Os alimentos afetivos: o amor que nos cura e Falar de amor à beira do abismo ambos publicados pela Editora WMF Martins Fontes

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