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Vivo até a morte: seguido de Fragmentos

Paul Ricoeur

Vivo até a morte: seguido de Fragmentos

WMF Martins Fontes

Paul Ricoeur foi um dos grandes filósofos e pensadores franceses do século XX. Em 1996, com 83 anos, ele reflete sobre a morte. A morte de quem já morreu e sua própria morte. O que acontece depois? “Passagem a outro estado de ser, espera de ressurreição, reencarnação ou, para espíritos mais filosóficos, mudança de estatuto temporal, elevação a uma eternidade imortal.”. “O que são os mortos?”.
Textos de sobreviventes dos campos de deportação e um confronto com um livro de Xavier Léon-Dufour sobre a ressurreição são duas mediações pelas quais passa a reflexão de Paul Ricoeur sobre a morte.
O livro é composto também por uma segunda parte, a parte que o filósofo chamou de fragmentos. Pequenos textos escritos por ele em 2004 e 2005, sendo o último, um mês antes de sua morte.

O livro contou com a ajuda dos Programas de apoio à publicação do Instituto Francês.

Varennes: A Morte da Realeza

Mona Ozouf

Varennes: A Morte da Realeza

Cia. Das Letras

Em meio aos episódios tumultuosos e sangrentos que compõem a saga da Revolução Francesa, um deles se destaca pela ausência quase total de violência e aparente inocuidade: a fuga do rei Luís XVI, na noite de 20 de junho de 1791, abortada 36 horas depois no vilarejo de Varennes. Com a pressão popular de 1789, o monarca fora obrigado a deixar a distante Versalhes e instalar-se no palácio das Tulherias, no centro de Paris, bem como tivera de engolir artigos da nova Constituição que limitavam muito seus poderes. Insatisfeito e considerando-se prisioneiro num palácio úmido e frio, ele se passa ridiculamente por burguês e, acompanhado de toda a família, tenta escapar para Montmédy, na fronteira leste do país, onde estão forças monarquistas leais. Acontece que no meio do caminho ele é reconhecido e mandado de volta para a capital. A própria Assembleia tenta abafar o alcance do evento, fingindo acreditar num “rapto” do rei, preocupada que está em institucionalizar a Revolução e retomar a vida “normal” do país. Mas a verdade é que essa “viagem” representa uma fratura na história francesa e terá consequências indeléveis: ela destrói a imagem de um Luís XVI paternal, provoca o divórcio entre o rei e a nação, lança sobre o monarca a suspeita de traição ao povo, abre espaço para a ideia republicana até então pouco divulgada e renova a turbulência revolucionária que desembocará no Terror, do qual Luís XVI será uma das primeiras vítimas. Em Varennes – A morte da realeza, a eminente historiadora Mona Ozouf reconstitui essa história que deu origem a muitas obras de ficção e ao extraordinário filme de Ettore Scola, Casanova e a Revolução, com o estilo saboroso de uma contadora de histórias e a argúcia de uma pesquisadora que evita as simplificações e sai em busca dos detalhes significativos que compõem um quadro complexo de um momento decisivo da Revolução Francesa e, por conseguinte, da história da humanidade.

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