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Derrida, um egípcio

Peter Sloterdijk

Derrida, um egípcio

Estação Liberdade

O filósofo alemão Peter Sloterdijk desenvolve neste livro uma série de reflexões feitas a partir da morte de Derrida. Mais do que uma simples homenagem, trata-se de lançar um olhar entre o modesto e o extremamente ambicioso sobre uma obra de cerca de oitenta volumes. Em vez de monumentalizar o conjunto dos textos de Derrida, tenta-se revê-lo com o recurso da pirâmide e de seu significado na civilização egípcia, além de expor o modo como se deu o advento do monoteísmo. Afirma o autor: “[…] já se pode ter desenhado o contorno principal de um retrato filosófico de Derrida: sua trajetória se definiu pelo cuidado vigilante de não se deixar fixar numa identidade determinada — cuidado este afirmado tanto quanto a convicção do autor de que seu lugar só podia se situar na linha de frente mais avançada da visibilidade intelectual.” A hipótese de Sloterdijk propõe que o pensamento derridiano corresponderia a um tempo em que os autores, em vez de tratar diretamente dos assuntos, preferem comentar outros pensadores que já abordaram os mesmos temas. Viveríamos então, numa época de leituras de segunda ordem, o que colocaria necessariamente Sloterdijk — leitor das leituras de Derrida — em uma posição de terceira ordem. Se assim for, talvez se torne necessário, diante do arguto e irônico ensaio que ora se publica, indagar se, desde os egípcios, e em seguida com os gregos, judeus, romanos e cristãos, os autores e as civilizações não estiveram sempre, de algum modo, propondo reflexões de segunda, terceira e quarta ordens — ao infinito. (Evando Nascimento)

Diário de Luto

Roland Barthes

Diário de Luto

WMF Martins Fontes

Diário de Luto consiste na verdade em um diário de fato, mantido pelo semiólogo e escritor Roland Barthes entre 26 de outubro de 1977, dia seguinte ao da morte de sua mãe e 15 de setembro de 1979. Trata-se de um conjunto de 330 fichas quase todas datadas e reunidas pela primeira vez em livro.

Do Princípio da arte e de sua destinação social

P.J.Proudhon

Do Princípio da arte e de sua destinação social

Autores Associados

A organização deste livro, constituído por diversos escritos, foi interrompido pela morte do autor em janeiro de 1865. Pouco depois, um grupo de seis amigos de Proudhon reuniu os textos que faltavam para completá-lo e publicou o conjunto sob o título Do princípio da arte e de sua destinação social. Nossa tradução brasileira é fiel à primeira edição, e inclui as explicações dos responsáveis por ela, expostas na Advertência ao leitor. Neste livro, o leitor encontra reflexões aprofundadas sobre o conceito de arte, a sua utilidade, se ela é um elemento de civilização ou decadência, sobre a faculdade estética do homem, sobre o sentimento de beleza que age em favor na natureza e outras questões próprias de um ensaio. Nesse sentido, todas as modalidades artísticas são englobadas por Proudhon. O leitor, com o livro, ainda terá a oportunidade de ver as constatações das diferentes formas de se pensar a obra de arte nos diferentes períodos (Idade Média, Renascimento, Reforma, Rev. Francesa, primeira metade do século XIX), além de um estudo crítico de David, Delacroix, Ingres, David de Angers e Rude, Léopold Robert, Horace Vernet, Chenavard e um exame minucioso de alguns quadros de Coubet. Como se não bastasse, o autor ainda encontra espaço para dar conselhos e falar da afirmação da escola crítica. Na mesma obra, há uma análise crítica de Émile Zola sobre a obra e o contexto de ensaios produzidos por Proudhon, além de uma discussão sobre a serventia da arte, pela qual Proudhon insistia em passar.

Georges Canguilhem, um estilo de pensamento

Pierre Macherey

Georges Canguilhem, um estilo de pensamento

Almeida & Clément Edições

Pierre Macherey é professor emérito da Universidade de Lille 3, onde coordena o seminário Philosophie au sens large. Ao lado de Jacques Rancière e Etienne Balibar, trabalhou com Louis Althusser na elaboração do marcante Ler o Capital. A série de artigos aqui apresentados recobre o período que vai de 1963 a 1996. Com a verve e a pertinência que o caracterizam, Pierre Macherey analisa nestes quatro estudos a problemática das normas e da filosofia da vida desenvolvida por seu antigo professor, Georges Canguilhem. Ao mesmo tempo, o autor sublinha a inovação de um pensamento audacioso e engajado do qual Foucault, e tantos outros depois dele, se reconhecerão orgulhosamente herdeiros. Assim, P. Macherey nos apresenta uma visão sistemática dos trabalhos de G. Canguilhem, trabalhos marcados tanto por aqueles de uma crítica ao dogmatismo, seja ele metafísico ou científico.

História da Morte no Ocidente

Philippe Ariès

História da Morte no Ocidente

Nova Fronteira

Os ensaios que compõem a “História da morte no Ocidente” se converteram, desde sua publicação pela primeira vez em 1975, já em clássicos, e nos apresentam a fascinante história da mudança gradual na percepção sobre a morte, vista como algo familiar e “domesticado” no mundo medieval, e maldita na concepção moderna. É leitura obrigatória na bibliografia dedicada a nossa relação com a morte, seu papel na configuração de um entorno cultural e as formas de intercâmbio que nele se desenvolvem.

Mentira romântica e verdade romanesca

René Girard

Mentira romântica e verdade romanesca

É Realizações

Aquilo que habitualmente é catalogado como “crítica literária” pode ser dividido em dois grandes grupos: de um lado, as tentativas de teorias efetivamente científicas da literatura, que discutem e classificam as obras segundo sua natureza; de outro, textos talvez mais impressionistas, em que muitas vezes as obras são pretextos para se falar de assuntos relacionados. O primeiro grupo costuma ficar restrito à academia; o segundo circula entre o grande público, e pode ter um grande valor para a formação, não apenas intelectual, mas também de caráter. A obra de René Girard estabelece essa curiosa interseção. É científica na medida em que oferece um critério objetivo para a divisão das obras literárias em românticas ou romanescas. O modelo do desejo mimético – neste primeiro livro mais frequentemente chamado desejo triangular – também pode ser aplicado às relações de praticamente quaisquer personagens, à relação entre autor e leitor, entre autor e narrador, entre autor e autores, entre o autor e o desenvolvimento de sua obra, etc. Mas a obra de Girard, fazendo teoria da literatura, mostra que a literatura é uma tentativa de teorizar o desejo. Se a ciência explica a literatura, a literatura explica a vida. Aquelas impressões e intuições esparsas que norteavam a formação do caráter como faróis na noite escura são como que unificadas numa única grande luz.

Rousseau e a ciência política de seu tempo

Robert Derathé

Rousseau e a ciência política de seu tempo

Barcarolla

Motivado pela polêmica em torno do pensamento de Rousseau – considerado gênio e inovador por alguns estudiosos e de interesse secundário para outros -, o autor analisa a doutrina política de Rousseau, sobretudo a partir de sua obra Contrato social, tentando separar as fontes que o teriam inspirado daquilo que é original em seu pensamento. Derathé toma como referência juristas como Grotius, Pufendorf e Burlamaqui, além de Hobbes, Locke, Bossuet e Montesquieu, considerados filósofos da política. A partir de obras desses pensadores, o autor propõe mostrar que a doutrina política de Rousseau provém de uma reflexão a respeito das teorias defendidas pelos pensadores vinculados à chamada Escola do Direito da Natureza e dos Povos, formada por representantes de diversos países da Europa nos séculos 17 e 18, e responsável pela formulação da maior parte dos axiomas políticos que influenciaram os filósofos daquela época.

Sistema da Moda

Roland Barthes

Sistema da Moda

Martins Fontes

Imprevista, mas regular, sempre nova e sempre inteligível, a moda nunca deixou de despertar o interesse de psicólogos, estetas e sociólogos. Roland Barthes, porém, a examina de um ponto de vista novo. Captando-a através das descrições da imprensa, ele desvenda um sistema de significações e a submete pela primeira vez a uma verdadeira análise semântica: como os seres humanos constroem sentido com o vestuário e a fala? Este livro, que se tornou um clássico, é um dos exemplos mais brilhantes de aplicação da semiologia a um fenômeno cultural.

Este livro recebeu apoio do PAP (Programa de Apoio à Publicação Carlos Drummond de Andrade) da Embaixada da França no Brasil.

Uma Introdução à Sociologia Compreensiva

Patrick Watier

Uma Introdução à Sociologia Compreensiva

2009

“O termo sociologia compreensiva (verstehende Soziologie) pertence sem dúvida a M. Weber, que (…) tentou ao mesmo tempo lhe fornecer uma definição e circunscrever seu campo. Para apreender a problemática na qual ele se inscreve, será necessário primeiramente apresentar as teorias de W. Dilthey e de G. Simmel, que encaram, cada um à sua maneira, os problemas da compreensão e assinalam as condições gerais de um tal processo. Para isso, eles tiveram de se confrontar com as tentativas de fundação das ciências humanas que se apoiavam na psicologia. Tais empreendimentos caracterizam o espaço de pensamento germânico, e mais precisamente ainda todos os pensamentos ligados à filosofia idealista da história e à crítica da razão histórica.” (Trecho da apresentação da obra)

Apoio PAP

Vivo até a morte: seguido de Fragmentos

Paul Ricoeur

Vivo até a morte: seguido de Fragmentos

WMF Martins Fontes

Paul Ricoeur foi um dos grandes filósofos e pensadores franceses do século XX. Em 1996, com 83 anos, ele reflete sobre a morte. A morte de quem já morreu e sua própria morte. O que acontece depois? “Passagem a outro estado de ser, espera de ressurreição, reencarnação ou, para espíritos mais filosóficos, mudança de estatuto temporal, elevação a uma eternidade imortal.”. “O que são os mortos?”.
Textos de sobreviventes dos campos de deportação e um confronto com um livro de Xavier Léon-Dufour sobre a ressurreição são duas mediações pelas quais passa a reflexão de Paul Ricoeur sobre a morte.
O livro é composto também por uma segunda parte, a parte que o filósofo chamou de fragmentos. Pequenos textos escritos por ele em 2004 e 2005, sendo o último, um mês antes de sua morte.

O livro contou com a ajuda dos Programas de apoio à publicação do Instituto Francês.

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