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A arte de ler: ou como resistir à adversidade

Michèle Petit

A arte de ler: ou como resistir à adversidade

Editora 34

Michèle Petit é antropóloga e pesquisadora do Laboratório de Dinâmicas Sociais e Recomposição dos Espaços, do Centre National de la Recherche Scientifique, na França. Possui obras traduzidas em vários países europeus e latino-americanos. Em seu novo trabalho, a autora reune experiências de diferentes tipos de leitores em contextos adversos, especialmente em países da América Latina, entre eles o Brasil. Neste livro a antropóloga francesa amplia os temas e aprofunda as análises de sua outra obra, Os jovens e a leitura, publicada em 2008 pela Editora 34. A autora investiga as diferentes maneiras pelas quais a forma narrativa pode atuar como educadora, ao mesmo tempo em que se afirma como um poderoso instrumento de resistência ao caos interior e à exclusão social.

A condição urbana

Olivier Mongin

A condição urbana

Estação Liberdade

Com a globalização, ei-nos projetados para o “pós-cidade”, para o “pós-urbano”. Na Europa, estávamos habituados a ver a cidade como um espaço circunscrito no qual se desenvolve uma vida cultural, social, política, tornando possível uma integração cívica dos indivíduos.. Somos agora confrontados de um lado com metrópoles gigantescas e sem limites, e de outro com o surgimento de entidades globais, em rede, cortadas de seu ambiente. A reconfiguração que ora ocorre suscita inquietação: iremos assistir ao declínio irremediável dos valores urbanos que acompanharam a história ocidental? Prevalecerão inelutavelmente a fragmentação e o estiramento caótico? Estaremos condenados a lamentar a polis grega, a cidade do Renascimento, a Paris das Luzes, as grandes cidades industriais do século XIX? Relembrando os elementos distintivos da urbe, Olivier Mongin assenta os fundamentos de um reflexão atual sobre a condição urbana. Vivemos numa época na qual a informação se troca de forma imaterial, mas de acordo com os fluxos do que com os lugares; como, nessas condições, refundar e reformular espaços urbanos de acordo com o nosso tempo?

A coragem da verdade – O governo de si e dos outros II

Michel Foucault

A coragem da verdade – O governo de si e dos outros II

Martins Fontes

A coragem da verdade é o último curso ministrado por Foucault no Collège de France, que analisava o “dizer a verdade” na política para estabelecer um número de condições éticas às regras formais do consenso: coragem e convicção.

Esse curso foi realizado de fevereiro a março de 1984, pouco antes da morte de Michel Foucault, 25 de junho do mesmo ano.

Apoio PAP

A democracia contra ela mesma

Marcel Gauchet

A democracia contra ela mesma

Radical Livros

A democracia reina, sem reservas, absoluta. Dominou seus velhos inimigos, do lado da reação e do lado da revolução. Pode ser, no entanto, que ela tenha encontrado seu adversário mais perigoso: ela mesma. Este livro reúne textos escritos ao longo de vinte anos que examinam sob diferentes faces essa prodigiosa mudança. Vimos a democracia não apenas triunfar e avançar de maneira decisiva, mas voltar às suas origens ao pôr novamente em foco os direitos do homem e se remodelar com base naquela escola. Exceto que, por um retorno ainda mais inesperado, essa retomada dos primeiros princípios conduziu, na verdade, a solapar suas próprias bases. Ela se desfaz ao progredir. É essa dificuldade que Marcel Gauchet explora, da política à psicologia, passando pela educação. “Nada fracassa com o sucesso”, observou Chesterton. A democracia sobreviverá a seu triunfo?

A diaba e sua filha

Marie Ndiaye

A diaba e sua filha

Cosac Naify

“Este conto de Marie Ndiaye é uma história extraordinária, repleta de mistério e sedução, que confirma a ideia de que aquilo que chamamos Literatura Infantil é, muitas vezes, um esteriótipo fundado numa falsa menoridade da criança e na verdadeira arrogância do adulto. […] Ndiaye escreve sobre os nossos medos e o modo como eles são coletivamente construídos. Escreve sobre a necessidade de classificarmos os outros e os arrumarmos em bons e maus, em anjos e monstros. Nestas páginas se inscreve, enfim, a facilidade em culparmos e diabolizarmos os que são diferentes e os modo como os sinais de aparência (no caso, os pés de cabra) se erguem como marca de fronteira entre os “nossos” e os “do lado de lá”.”

Apoio PAP

A teoria da revolução no jovem Marx

Michael Löwy

A teoria da revolução no jovem Marx

Boitempo

Esta obra procura ser, essencialmente, um estudo da evolução política e filosófica de Marx no contexto histórico das lutas sociais na Europa durante os anos de 1840-48 e, em particular, sua relação com as experiências de luta da classe operária em formação e com o primeiro movimento socialista/comunista. Löwy busca relatar o aparecimento, no jovem Marx, de uma nova concepção do mundo – a filosofia da práxis, fundamento metodológico de sua teoria da revolução como autoemancipação do proletariado. O livro é resultado de uma pesquisa interdisciplinar que se vincula, ao mesmo tempo, à sociologia, à história social, à filosofia e à teoria política.

Atlas da Mundialização

Marie-Françoise Durand, Delphine Placidi, Benoît Martin e Philippe Copinschi

Atlas da Mundialização

Saraiva

Verdadeira caixa de ferramentas, este Atlas, concebido por um cartógrafo, uma geógrafa e dois cientistas políticos, é fruto do trabalho coletivo desenvolvido a partir do curso Espaço mundial, uma das principais disciplinas ministradas em Science Po (Fondation Nationale de Sciences Politiques), Paris, França. Esta edição 2009 do Atlas da Mundialização, finalmente disponível para o público brasileiro, em língua portuguesa, mantém as características que fizeram dessa uma obra de referência em sua área: •cartografia precisa; •entradas temáticas desenvolvidas em páginas duplas e espelhadas, índice analítico e remissivo; •dados estatísticos, mapas e gráficos totalmente atualizados; •documentos inéditos sobre as mais recentes problemáticas do espaço mundial contemporâneo; •textos sintéticos; •projeto visual claro, arejado, que permite acesso imediato às definições e legendas das fotos.

Apoio PAP

Cinefilô

Ollivier Pourriol

Cinefilô

Jorge Zahar

Acreditando piamente que a sala escura do cinema é um ambiente que permite a rara fusão da imaginação com a racionalidade, o francês Ollivier Pourriol teve uma idéia inusitada : ensinar filosofia através de enredos de filmes cultuados no mundo inteiro. Este livro traz as aulas ministradas pelo autor em torno da obra do francês René Descartes (1596-1650) e do holandês Baruch de Spinoza (1632-1677). Descartes inaugrurou o racionalismo na Idade Moderna, com o seu “Penso, logo existo”. Ao contrário de Descartes, Spinoza achava que a emoção só pode ser suplantada por outra emoção – jamais pela razão.

Este livro recebeu apoio do PAP (Programa de Apoio à Publicação Carlos Drummond de Andrade) da Embaixada da França no Brasil.

Entre real e surreal

Marc Quaghebeur, Zilá Bernd, Leonor Abreu e Robert Ponge

Entre real e surreal

Tomo Editorial

Percorrer, através de uma seleção de textos, os dois últimos séculos da produção literária francófona da Bélgica, eis o desafio ao qual se propõe este volume. Esta obra mergulha o leitor na extraordinária proliferação de uma literatura que começa antes mesmo de 1830. Uma literatura que oscila, constantemente, entre real e surreal, considerando-se que suas relações com a história, com a língua, com a forma e com o mito, são tecidas através de sutis descompassos, patentes ou escondidos, com os modelos franceses.

Man Ray

Man Ray

Man Ray

Cosac Naify

A coleção Photo Poche foi criada por Robert Delpire em 1982, na França, para prestigiar os grandes nomes da fotografia. Esse ano, no Brasil, a editora Cosac Naify lançou algumas dessas obras traduzidas. Em cada volume pode-se encontrar, além de uma seleção de imagens criteriosa, um texto de apresentação, biografia e bibliografia.

Man Ray – coleção Photo poche – volume 2 é composto por fotos de Man Ray, texto de Merry A. Foresta e tradução de André Telles. Man Ray é considerado um dos grandes nomes da fotografia surrealista.

Para mais informações sobre os volumes disponíveis, clique aqui.

Para informações sobre a Photo Poche, clique aqui.

O governo de si e dos outros

Michel Foucault

O governo de si e dos outros

WMF Martins Fontes

O curso ministrado por Michel Foucault em 1983 no Collège de France inaugura uma pesquisa sobre a noção de parrésia. Com isso, Michel Foucault dá seguimento a seu trabalho de releitura da filosofia antiga. Por meio do estudo dessa noção (dizer a
verdade, falar com franqueza), Foucault reinterroga a cidadania grega, mostrando como acoragem da verdade constitui o fundamento ético esquecido da democracia ateniense. Ele descreve também a maneira como, com a decadência das cidades, a coragem da verdade se transforma e se torna uma palavra pessoal dirigida à alma do Príncipe, dando uma nova leitura da sétima carta de Platão. Numerosos tópoi da filosofia antiga são revisitados: a figura platônica do filósofo-rei, a condenação da
escrita, a recusa do engajamento da parte de Sócrates.

Neste curso, Foucault constrói uma figura do filósofo no qual ele se reconhece: ao reler os pensadores gregos, é sua própria inscrição na modernidade filosófica que ele assegura, é sua própria função que ele problematiza, é seu modo de pensar e de ser que ele define.

O meu primeiro dicionario de ecologia

Marc Germanangue e Bruno Goldman

O meu primeiro dicionario de ecologia

Pallas

O derretimento das calotas polares, o aquecimento do planeta, a escassez de água, o uso sem limites de resursos naturais, a extradição indiscriminada de combustíveis fósseis, o aumento no buraco da camada de ozônio, o desmatamento das florestas… Precisamos tomar alguma atitude já! A preservação do planeta se tornou uma preocupação urgente e temos que fazer a nossa parte. Apresentando os princípios básicos para a preservação do meio ambiente, O meu primeiro dicionário de ecologia nos mostra que pequenos hábitos podem fazer a diferença, ensiando as novas gerações a lutar por um futuro melhor para todo o planeta.

O que Amar quer dizer

Mathieu Lindon

O que Amar quer dizer

P.O.L

“Eu tinha vinte anos e três anos e le me educou… Michel me ensinou com uma discrição tão absoluta que eu nem me dava conta daquilo que aprendia. A ser feliz, vivo. E me ensinou a gratidão.”
 

Aos 23 anos, Mathieu Lindon (Caen – França, 1955) encontrou no filósofo Michel Foucault o afeto paterno que não tinha na turbulenta relação com o pai, Jérôme, o mítico fundador das Éditions de Minuit. O que Amar quer dizer(2014) rememora a história dessa amizade, entre as festas no apartamento de Foucault, sob efeito de ácido lisérgico e heroína, nos anos 70, e a morte do filósofo, em 1984, em consequência da aids. Lindon já trabalhava como jornalista cultural no Libération e preparava uma consistente obra literária.

Sobre o autor:

Mathieu Lindon escritor, jornalista e crítico literário francês é filho do editor Jérôme Lindon. Publica o seu primeiro livro, Nossos prazeres, em 1983, com o pseudónimo de P.S. Heudaux. Começa a trabalhar como critico literário e logo como cronista pelo jornal francês Libération desde 1984 até hoje em dias. A sua obra, O que amar quer dizer recebeu o prêmio francês Médicis em 2011.

Obsessão por fronteiras

Michel Foucher

Obsessão por fronteiras

Radical Livros

Vivemos em um mundo dominado por fronteiras. Tendo como pano de fundo a filosofia política de Kant, para quem um cidadão é alguém que se sente pertencente à uma comunidade política nacional delimitada por “marcas” e “limites”, tanto no tempo quanto no espaço, Michel Foucher analisa em Obsessão por fronteiras o funcionamento do mundo “globalizado” e sua suposta ausência de barreiras. Ao contrário daqueles para quem o mundo é um gigantesco mercado – mundo em que as fronteiras são um obstáculo desnecessário e um custo adicional para a circulação de bens e serviços -, Foucher encara o desafio de pensar os impactos sociais, políticos e econômicos das constantes divisões teritoriais ocorrendo em nosso tempo.

Petite philosophie du zombie

Maxime Coulombe

Petite philosophie du zombie

PUF

“Os zumbis estão em toda parte, no cinema, na televisão, nas ruas, nas livrarias. Grotescos e aterrorizantes, poderiam ser apenas uma tendência kitsch, uma moda (…) mas eles põe em questão os limites da condição humana: a  da consciênia, da vida e da civilização”

Revoluções

Michael Löwy

Revoluções

Boitempo

Löwy é um pensador marxista brasileiro radicado na França, onde trabalha como diretor de pesquisas do Centre National de la Recherche Scientifique. É um relevante estudioso do marxismo, com pesquisas sobre as obras de Karl Marx, Leon Trótski, Rosa Luxemburgo, Georg Lukács, Lucien Goldmann e Walter Benjamin. Em seu livro, Revoluções, estão reunidos os principais registros fotográficos dos processos revolucionários do final do século XIX até a segunda metade do século XX. A obra resgata, assim, a trajetória daqueles que viveram movimentos contra hegemônicos e de inspiração igualitária, aliando rostos de anônimos que protagonizaram as lutas de classe a registros de dirigentes eternizados pela história, como Vladimir Lenin, Felix Dzerjinski, Leon Trotski, Béla Kun, Emiliano Zapata, Pancho Villa, Che Guevara e Fidel Castro. A edição brasileira conta ainda, com um apêndice exclusivo, no qual Löwy faz uma reflexão sobre os momentos de resistência que marcaram a história do Brasil.

Varennes: A Morte da Realeza

Mona Ozouf

Varennes: A Morte da Realeza

Cia. Das Letras

Em meio aos episódios tumultuosos e sangrentos que compõem a saga da Revolução Francesa, um deles se destaca pela ausência quase total de violência e aparente inocuidade: a fuga do rei Luís XVI, na noite de 20 de junho de 1791, abortada 36 horas depois no vilarejo de Varennes. Com a pressão popular de 1789, o monarca fora obrigado a deixar a distante Versalhes e instalar-se no palácio das Tulherias, no centro de Paris, bem como tivera de engolir artigos da nova Constituição que limitavam muito seus poderes. Insatisfeito e considerando-se prisioneiro num palácio úmido e frio, ele se passa ridiculamente por burguês e, acompanhado de toda a família, tenta escapar para Montmédy, na fronteira leste do país, onde estão forças monarquistas leais. Acontece que no meio do caminho ele é reconhecido e mandado de volta para a capital. A própria Assembleia tenta abafar o alcance do evento, fingindo acreditar num “rapto” do rei, preocupada que está em institucionalizar a Revolução e retomar a vida “normal” do país. Mas a verdade é que essa “viagem” representa uma fratura na história francesa e terá consequências indeléveis: ela destrói a imagem de um Luís XVI paternal, provoca o divórcio entre o rei e a nação, lança sobre o monarca a suspeita de traição ao povo, abre espaço para a ideia republicana até então pouco divulgada e renova a turbulência revolucionária que desembocará no Terror, do qual Luís XVI será uma das primeiras vítimas. Em Varennes – A morte da realeza, a eminente historiadora Mona Ozouf reconstitui essa história que deu origem a muitas obras de ficção e ao extraordinário filme de Ettore Scola, Casanova e a Revolução, com o estilo saboroso de uma contadora de histórias e a argúcia de uma pesquisadora que evita as simplificações e sai em busca dos detalhes significativos que compõem um quadro complexo de um momento decisivo da Revolução Francesa e, por conseguinte, da história da humanidade.

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