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20 Mil Léguas Submarinas

Jules Verne

20 Mil Léguas Submarinas

Zahar

Neste clássico de Jules Verne, o leitor é transportado para 1866, ano em que navios de diferentes nacionalidades começam a naufragar e sofrer misteriosas avarias. As descrições revelam que um ser “comprido, fusiforme, fosforescente em certas ocasiões, infinitamente maior e mais veloz que uma baleia” seria o responsável. Imediatamente, governantes e homens da ciência mobilizam-se para deter o misterioso monstro marinho.
Coleção Clássicos – Edições Comentadas. Ilustrações originais. Páginas: 456pp.

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A História do Medo no Ocidente

Jean Delumeau

A História do Medo no Ocidente

Companhia das Letras

Ao tomar como objeto de estudo o medo, Jean Delumeau parte da ideia de que não apenas os indivíduos mas também as coletividades estão engajadas num diálogo permanente com a menos heroica das paixões humanas. Revelando-nos os pesadelos mais íntimos da civilização ocidental do século XIV ao XVIII – o mar, as trevas, a peste, a fome, a bruxaria, o Apocalipse, Satã e seus agentes -, o grande pensador francês realiza uma obra sem precedentes na historiografia do Ocidente.

Este livro recebeu apoio do PAP (Programa de Apoio à Publicação Carlos Drummond de Andrade) da Embaixada da França no Brasil.

A presença total e ensaios reunidos

Louis Lavelle

A presença total e ensaios reunidos

É realizações

A presença total e ensaios reunidos é o conjunto de temas relevantes da obra de Louis Lavelle, como o ser, a existência, a liberdade, o ato, o valor, a participação e a intersubjetividade. De suas experiências dolorosas, Lavelle soube fazer um caminho para a espiritualidade.

Aisthesis – Scènes du régime esthétique de l’art

Jacques Rancière

Aisthesis – Scènes du régime esthétique de l’art

Galilée

“Jacques Rancière examina uma quinzena de eventos célebres ou obscuros, onde se pergunta o que constitui a arte e o que ela produz. (…) Uma história da modernidade artística bem distante do dogma modernista.”

Alberto Giacometti: Textos de Jean-Paul Sartre

Jean-Paul Sartre

Alberto Giacometti: Textos de Jean-Paul Sartre

WMF Martins Fontes

Alguns dos mais belos textos sobre arte moderna foram escritos sobre a obra de Alberto Giacometti (1901-1966), entre os quais os dois ensaios de Jean-Paul Sartre (1905-1980) apresentados nesta edição: “A busca do absoluto” e “As pinturas de Giacometti”. Eles foram publicados originalmente em periódicos, por ocasião de exposições de Giacometti em 1948 e 1950. Desde então, esta é a primeira vez que são reunidos num único volume. [Texto do editor]

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Azul é a cor mais quente

Julie Maroh

Azul é a cor mais quente

Martins Fontes - Selo Martins

A Martins Fontes selo Martins lança, em novembro, Azul é a cor mais quente, tradução da novela gráfica le bleu est une couleur chaude, da francesa Julie Maroh. O livro conta a história de Clementine, uma jovem de 15 anos que descobre o amor ao conhecer Emma, uma garota de cabelos azuis. Através de textos do diário de Clementine, o leitor acompanha o primeiro encontro das duas e caminha entre as descobertas, tristezas e maravilhas que essa relação pode trazer.
A novela gráfica foi lançada na França em 2010, já tem versões para o alemão e o espanhol e ganhou, em 2011, o Prêmio de Público do Festival Internacional de Angoulême. Além disso, foi filmada em 2012 pelo franco-tunisiano Abdelatiff Kechiche e levou a Palma de Ouro, prêmio mais importante do Festival de Cannes.
Em tempos de luta por direitos e de novas questões políticas, Azul é a cor mais quente surge para mostrar o lado poético e universal do amor, sem apontar regras ou gêneros.

Sobre a autora:

Julie Maroh nasceu na cidade de Lens, França, em 1985. Formou-se em artes visuais e estreou em 2011 como autora de graphic novels Le bleu est un couleur chaude – história que começou a ser desenvolvida quando Maroh tinha apenas 19 anos. A quadrinista é lésbica e ativista do movimento pelos direitos dos homossexuais, e mantém contato com seus leitores no site www.juliemaroh.com, apresentando e discutindo diversos assuntos, de quadrinhos a política.

Brumas sobre a Pont de Tolbiac

Léo Malet. Ilust: Jacques Tardi

Brumas sobre a Pont de Tolbiac

Zarabatana Books

Anos 1950. Nas brumas parisienses do 13º Arrondissement, o detetive Nestor Burma é surpreendido por seu passado – uma jovem cigana das ruas o guia até o Hospital de La Salpêtrière, onde ele descobre um cadáver que o remete ao tempo em que ‘Dinamite Burma’ frequentava a célula anarquista do bairro e ao atentado da Pont de Tolbiac, um misterioso caso ocorrido há vinte anos, mas nunca esclarecido.

Cinematógrafo: Um Olhar Sobre a História

Jorge Nóvoa, Soleni Biscouto Fressato e Kristian Feigelson

Cinematógrafo: Um Olhar Sobre a História

EDUFBA / UNESP

O principal objetivo desta obra é reforçar as pesquisas científicas entre os pesquisadores franceses e brasileiros no domínio das relações entre o cinema e as sociedades que denominamos, a partir de Marc Ferro, de cinema-história. O livro reúne contribuições de pesquisadores reconhecidos em três áreas principais: os fundamentos teóricos da história e das ciências sociais e da representação dos processos históricos, a construção e a reconstrução do passado no cinema e os filmes como lugar de memória e de identidade que se cruzam no discurso fílmico. Os fenômenos são assim circunscritos a partir de um conjunto de suportes audiovisuais pouco abordados no Brasil, sob o ângulo da teoria cinema-história.

Apoio PAP

Contornos do dia que vem vindo

Léonora Miano

Contornos do dia que vem vindo

Pallas

Depois da guerra que devastou Mboasu, um país africano imaginário, os pais não conseguem mais cudar de seus filhos. Estes são expulsos de casa, acusados de serem a causa de todos os males. Contornos do dia que vem vindo conta a trajetória de uma dessas crianças: uma menina chamada Musango, determinada a reencontrar sua mãe para, assim, compreender sua própria história. Ao acompanharmos a busca de Musango, testemunhamos a angústia e o crescimento de uma criança perdida no meio de um país atormentado pela violência, pela prostituição e pela superstição religiosa. O olhar com que a jovem observa a África, o seu povo e sua vida, que ama e odeia ao mesmo tempo, é o de alguém que foi obrigado a crescer rapidamente, mas que, apesar disso, segue cheio de esperanças no futuro.

Apoio PAP

Dicionário de Ciências Humanas

Jean-François Dortier

Dicionário de Ciências Humanas

WMF Martins Fontes

900 entradas – Este dicionário enciclopédico coloca, à disposição de todos, conceitos (autismo, behavorismo, cidadania, positivismo etc.), autores (Pierre Bourdieu, Charles Darwin, Michel Foucault etc.) e palavras-chave da cultura contemporânea (bioética, placebo etc.) que formam o corpus atual das ciências humanas. Um dicionário ágil – cada conceito, apresentado a partir de exemplos expressivos, é acompanhado de um histórico e de uma descrição de seus diferentes usos segundo as disciplinas. Os quadros destacam um tema ou um exemplo: “O efeito coquetel”, “A família nuclear sempre existiu”, “As emoções são naturais ou culturais?” Por sua abertura aos diferentes campos das ciências humanas, por sua concepção pedagógica e dinâmica, este dicionário será o companheiro de trabalho de estudantes, uma referência para os profissionais de ciências humanas e um instrumento de cultural geral para um público amplo.

Escravos

Kangni Alem

Escravos

Pallas

Esta obra conta a história dos primeiros afro-brasileiros. No início do século XIX, o tráfico negreiro fez a fortuna dos senhores de escravos e seus aliados no continente africano. O único que se atreve a falar contra a escravidão, o rei Adandozan, é deposto. Seu súdito mais fiel, um jovem mestre de rituais, é vendido para um comerciante Inglês e enviado como escravo ao Brasil. O autor narra a saga desse personagem que, depois de 24 anos como escravo e de participar de inúmeras revoltas, retorna à África para honrar a memória do seu rei, morto no esquecimento, para um país que o tornara estrangeiro.

Apoio PAP

HHhH

Laurent Binet

HHhH

Companhia das Letras

HHhH (Himmlers Hirn heisst Heydrich, ou o cérebro de Himmler se chama Heydrich) é o hábil romance histórico de Laurent Binet descrevendo a trajetória de um dos episódios importantes do III Reich: a morte de Reihardt Heydrich, o “cérebro de Himmler” do título, comandante da Boêmia-Morávia (atual República Tcheca), pelos resistentes tchecos em maio de 1942.

O livro recebeu o Prêmio Goncourt de 2010.

História do Pé e Outras Fantasias

Jean-Marie Gustave Le Clézio

História do Pé e Outras Fantasias

Cosac & Naify

A História do Pé e Outras Fantasias é o último livro do francês J. M. G. Le Clézio, Prêmio Nobel de 2008. Trata-se do terceiro título deste autor publicado pela Cosac Naify. A obra consiste em uma composição de histórias independentes que remontam ao fascínio de Le Clézio pelo universo simbólico africano, na busca de uma interseção entre o eclético visto de fora, e a leitura interior do próprio autor em sua vivência literária.

Hubris. La Fabrique du monstre dans l’art moderne

Jean Clair

Hubris. La Fabrique du monstre dans l’art moderne

Gallimard

“A arte moderna frequentemente se devotou à feiúra. Anatomias disformes, composições incongruentes, vontade de surpreender e de chocar: quem ousaria ainda falar de beleza nestes tempos? (…) Jean Clair propõe uma leitura antropológica da estética moderna que entrecruza história da arte, história das ciências e história das idéias”

Livros em chamas. A historia da destruição sem fim das bibliotecas

Lucien X. Polastron

Livros em chamas. A historia da destruição sem fim das bibliotecas

José Olympio

“Destruir uma biblioteca é um gesto que remonta à Antiguidade. Considerada subversiva ou não, símbolo do poder absoluto, a biblioteca está no centro das crises e dos conflitos. Muitas vezes ela é devastada. Do incêndio de Alexandria ao de Sarajevo (1992), passando por Roma, Bagdá, pela Inquisição, pela Revolução Francesa, o autor norteia suas pesquisas para as causas dos desastres, seja por intolerância religiosa, conflitos políticos, bem como por danos físicos e desastres naturais, como terremotos ou inundações, algumas vezes criminosos. O autor reconstitui os tesouros perdidos e parte em busca das pistas dos livros ainda localizáveis.” [resumo do editor]

Este livro recebeu apoio do Programa de Apoio à Publicação Carlos Drummond de Andrade da Embaixada da França no Brasil

Sobre o autor:

Lucien X. Polastron é escritor e historiador francês, especialista nas histórias do livro, da escrita e das bibliotecas.

Negrinha

Jean-Christophe Camus e Olivier Tallec

Negrinha

Desiderata

No singelo cotidiano de uma menina de treze anos, aparentemente ingênua e semelhante a qualquer uma de suas colegas, uma sequência de acontecimentos insólitos dá início a uma aventura inesperada. Desde então, Maria entra em contato com uma faceta de sua cidade e de sua própria identidade, que ela nem sequer imaginava existir. Seguindo os passos da protagonista, o leitor percorre vários espaços da complexa cartografia carioca – paisagens tão próximas e tão distantes, como o morro do Cantagalo e o nobre bairro de Copacabana no auge de seu esplendor, durante os anos 50. Nesses cenários, desfilam os mais diversos personagens: a babá, o vendedor de amendoim, a dondoca, o porteiro e até mesmo o sambista Cartola, em uma espécie de participação especial.

Novos Rostos da Ficção Francesa: uma antologia

Luis Gomes

Novos Rostos da Ficção Francesa: uma antologia

Meridional

Quem sabe hoje em dia do que é feita a realidade contemporânea da ficção na França? Quem sabe esquecer um instante as horas gloriosas da História literária desse país para se concentrar verdadeiramente no quê, nesta hora em que redigimos estas poucas linhas, é produzido em termos de narrativa? Poucos são os que saberiam dar uma visão fiel deste assunto, de tal modo ele é florescente, variado, incoerente e de tal modo ele sofre para se manifestar ruidosamente sob o ângulo crítico, a se “definir” urbi et orbi. Todo o projeto desta breve antologia, forçosamente parcial, forçosamente tendenciosa, é para tentar desenhar um panorama da produção contemporânea acontecendo na França, através de algumas obras significativas, através das biografias de alguns de seus autores, através da definição de uma paisagem editorial. Por ocasião do Ano da França no Brasil, os idealizadores desta obra tentaram em suma um desvelamento que eles sabem incompleto, mas julgam muito útil.

O amor da língua

Jean-Claude Milner

O amor da língua

Editora Unicamp

Jean-Claude Milner, linguista francês, apresenta, nesse livro, os efeitos de suas incursões no meio psicanalítico francês.  O amor da língua realiza uma leitura dos fundamentos da linguística a partir da consideração da hipótese do inconsciente.

O Ateliê de Giacometti

Jean Genet

O Ateliê de Giacometti

Cosac Naify

O escritor e dramaturgo francês Jean Genet (1910-1986), autor de As criadas, escreve sobre sua amizade com o escultor suíço Alberto Giacometti (1901-1966), reproduzindo conversas e buscando compreender uma das mais importantes obras escultóricas do século XX, que reflete o mal-estar espiritual europeu do pós-guerra. [Texto do editor] leia mais.

O diabo apaixonado seguido de Aventura do peregrino

Jacques Cazotte

O diabo apaixonado seguido de Aventura do peregrino

José Olympio Editora

O diabo apaixonado conta a historia de Alvare, que, em conversa com amigos sobre a cabala, é levado a evocar o diabo nas ruínas de Portici, perto de Nápoles. Movido pela curiosidade e desejoso de realizar a experiência, aceita o desafio proposto por seu amigo, Soberano, “profundo conhecedor das ciências ocultas”.

Também nesse volume temos o conto Aventura do peregrino, narrativa do encontro de um monarca e um peregrino conhecedor da essência humana.

Sobre o autor:

Jacques Cazotte, escritor francês, nasceu em 1719 (?), em Dijon, e morreu em 1792 em Paris. Sua obra é toda centrada na exploração do sobrenatural, sendo mais conhecida de todas O diabo apaixonado, de 1772, uma novela fantástica em que o herói supera o diabo.

O dinheiro e as letras: História do capitalismo editorial

Jean-Yves Mollier

O dinheiro e as letras: História do capitalismo editorial

EDUSP

Jean-Yves Mollier mostra um estudo sobre o mercado editorial francês, ao mesmo tempo apresenta a história comparada dos editores e dos homens de letras, com foco especial na fundação das editoras que marcaram o cenário do país. Cada capítulo traz uma pesquisa sobre um indivíduo, uma família e uma empresa, mas não pretende deter-se nas biografias dos editores, e sim trazer indicações e hipóteses racionais sobre a atuação desses investidores, pequenos ou grandes, de forma a permitir comparações e possibilitar uma “tipologia” desses editores.

O Encantador

Lila Azam Zanganeh

O Encantador

Alfaguara

“‘Lemos para reencantar o mundo’, escreve Lila Azam Zanganeh neste estudo magistral a respeito de Nabokov.(…) Com um texto imaginativo, vibrante, ela mergulha o leitor – e a si mesma – no universo cintilante de livros como Lolita, Fala, memmória ou Ada para alcançar o cerne da visão nabokoviana da felicidade e da beleza” (4a capa)

O erro de Narciso

Louis Lavelle

O erro de Narciso

É realizações

O livro traz à tona os conflitos e armadilhas do amor-próprio. Mostra como a vaidade do querer ser ou de se mostrar sendo, da falsa imagem de si, prejudica a consciência de viver. O erro de Narciso trabalha a angústia existencial e o subjetivismo isolado.

O inconsciente estético

Jacques Ranciere

O inconsciente estético

Editora 34

O autor não se propõe a entender como os conceitos freudianos se aplicam à interpretação de obras literárias e artísticas. Ao contrário, ele procura demonstrar como as formulações de Freud estão em estreita relação com os movimentos da arte ocorridos sobretudo a partir do romantismo, explorando as tensões entre a lógica do inconsciente freudiano e uma outra lógica, a do inconsciente estético.

O Novo Espírito do Capitalismo

Luc Boltanski e Ève Chiapello

O Novo Espírito do Capitalismo

WMF Martins Fontes

Enquanto o capitalismo prospera, a sociedade se degrada. Ao lado do crescimento do lucro, cresce a exclusão. A verdadeira crise não é do capitalismo, mas sim da crítica ao capitalismo. Essa crise é analisada desde as raízes pelos sociólogos Ève Chiapello e Luc Boltanski, que traçam o perfil do novo espírito do capitalismo a partir de um exame inédito dos textos de gestão empresarial que alimentaram o pensamento do patronato, irrigaram as novas formas de organização empresarial: a partir de meados da década de 70, o capitalismo renuncia ao princípio fordista de organização hierárquica do trabalho e passa a desenvolver uma nova organização em rede, baseada na iniciativa de seus atores e na autonomia relativa do trabalho, mas à custa de garantias materiais e psicológicas. Esta obra sem igual é um convite à retomada das duas críticas complementares à crítica estética e à crítica social.As questões que deram origem a este livro nasceram da guinada quase completa da situação e das pequenas resistências críticas que, afinal de contas, foram opostas a essa evolução.

Apoio PAP

O Ódio à democracia

Jacques Rancière

O Ódio à democracia

Boitempo Editorial

“Ainda ontem, o discurso oficial opunha as virtudes da democracia ao horror totalitário[…]. Esse tempo passou. Enquanto certos governos se empenham em exportar a democracia pela força das armas, nossa intelligentsia não se cansa de apontar, em todas as esferas da vida pública e privada, os sintomas funestos do “individualismo democrático” e as injúrias do “igualitarismo” que destroem os valores coletivos, forjam um novo totalitarismo e conduzem a humanidade ao suicídio.

Para compreender essa mutação ideológica, não basta inscrevê-la no presente do governo mundial […]. É preciso voltar ao escândalo primeiro que representa o “governo do povo” e entender as relações complexas entre democracia, política, república e representação.” [resumo do editor]

Sobre o autor:

Nascido em 1940 em Argel, o filósofo Jacques Rancière formou na École Normale Supérieure em Paris nos anos 60. Professor emérito de Universidade de Paris VIII desde o ano 2000, ele e conhecido por ter colaborado com o volume seminal Lire “Le Capital”, organizado pelo filósofo marxista Louis Althusser. Se distanciou do elitismo intelectual de Althusser em afirmar como uma da suas primeiras ideias políticas “que a política democrática surge da pressuposição da igualdade”.

Seu trabalho teórico abrange varias áreas como pedagogia, historiografia, filosofia, cinema, estética e arte contemporâneo, entre outros. Entre as suas obras maiores, A noite dos proletários: arquivos do sonho operário (1981, publicado no Brasil em 1988) fruto da sua produção inicial onde trata das experiências das classes trabalhadoras francesas no século XIX;  o mais recentemente Aisthesis, Scènes du régimes esthétique de l’art (2011) onde o autor procura repensar a crítica artística “para além de sua tendência desmistificadora”.

Perspectivas dos Escritos e Outros Escritos de Lacan – Entre desejo e gozo.

Jacques-Alain Miller

Perspectivas dos Escritos e Outros Escritos de Lacan – Entre desejo e gozo.

Zahar

Dando seguimento à sua análise da obra de Lacan, Jacques-Alain Miller desenvolve aqui ideias contidas nos Escritos e Outros Escritos – dois clássicos da psicanálise – para discutir o que a psicanálise faz, pode ou deve fazer de si mesma.

Platão

Jean-François Mattéi

Platão

UNESP

<p>Esta obra, interpretação inédita do pensamento platônico, tenta estabelecer como o discípulo de Sócrates fundou a filosofia articulando o logos dialético e a hipótese das Ideias (eidos). Uma mesma estrutura de pensamento, presente tanto nas narrativas míticas quanto nas discussões científicas, emerge assim dos diálogos para evocar a formação da alma e a ordem do mundo (cosmos), a lei que governa a cidade (nomos), e o ensinamento moral do mito (mutos), da narrativa da caverna à lenda da Atlântida.</p>

Sobretudo de Proust

Lorenza Foschini

Sobretudo de Proust

Rocco

A paixão ou quase obsessão do magnata francês Jacques Guérin pela obra do escritor Marcel Proust e por livros raros e manuscritos é o tema deSobretudo de Proust : história de uma obsessão literária. O livro tem autoria da jornalista Lorenza Foschini, que reconstrói a trajetória de Guérin em sua obstinada odisseia para preservar fotos, cartas, rascunhos e versões
de Em busca do tempo perdido, e também o famoso sobretudo sempre usado pelo escritor. Graças ao cuidado que Guérin teve pelos objetos, existe atualmente uma réplica exata do quarto de Proust no Carnavalet, museu parisiense. O livro evoca também a sociedade francesa do início do século XX, repleta de escritores e artistas, como Apollinaire e Picasso.

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