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Crônicas Birmanesas

Guy Delisle

Crônicas Birmanesas

Zarabatana

Desta vez o autor da aclamada graphic novel Pyongyang traça um retrato atemporal, incisivo e sensível de Myanmar, onde permaneceu por 14 meses, acompanhando sua mulher, que trabalha para a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF). Em Crônicas Birmanesas ele narra sua estada no país, onde aos poucos foi descobrindo a realidade política, social, cultural, religiosa e de saúde desta nação asiática governada por uma junta militar, e onde a economia é dominada por grandes grupos industriais internacionais. Revistas e jornais censurados a golpes de tesouras, apagões diários em toda a cidade, regiões isoladas do resto do mundo pelos militares, internet monitorada pela censura, populações de vilas inteiras entregues à dependência de heroína e a líder de oposição, Aung San Suu Kyi, confinada em prisão domiciliar por mais de uma década. Esses temas são mesclados com outros mais leves, como o dia-a-dia com seu pequeno filho Louis, sua estada para meditação em um templo budista ou a alienação dos estrangeiros que ali habitam, formando um retrato do país, com muito humor, crítica e informações a que dificilmente teríamos acesso.

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Dicionário crítico do feminismo

Helena Hirata [et al.] (orgs.)

Dicionário crítico do feminismo

UNESP

O Dicionário Crítico do Feminismo reúne uma coletânea de rubricas redigidas por especialistas em cada uma das temáticas abordadas. Visa estimular a reflexão sobre a construção social da hierarquia entre os sexos e desenvolver um pensamento crítico feminista que favoreça a emancipação das mulheres e a igualdade na diferença. Esta publicação traz um repertório de conceitos estabelecidos pelas teorias feministas para abordar as questões de gênero, apontando como alguns paradigmas das Ciências Sociais estão fundamentados na dominação masculina. Nesse aspecto, possibilita a ampliação do debate interdisciplinar e pluralista do feminismo crítico contemporâneo. Este dicionário mostra como o mundo é marcado pela dominação das mulheres pelos homens num processo que, ao longo dos séculos, tem se transformado e assumido novas formas, sustentadas e fortalecidas não só por códigos sociais estabelecidos há décadas e impostos desde a infância, mas também por algumas políticas públicas (sociais, familiares e de emprego).

O anti-Édipo: Capitalismo e esquizofrenia 1

Gilles Deleuze e Félix Guattari

O anti-Édipo: Capitalismo e esquizofrenia 1

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Este é um livro revolucionário, em múltiplos sentidos. Não só porque seus autores o escreveram sob o influxo de Maio de 68, mas sobretudo porque seu alvo é compreender e libertar a potência revolucionária do desejo, dinamitando as categorias em que a psiquiatria e a psicanálise o enquadraram.

No centro do conflito está a concepção freudiana do inconsciente como teatro e representação – e sua pedra de toque, o drama de Édipo. Para Deleuze e Guattari, ao contrário, o inconsciente não é teatro, mas usina; não é povoado por atores simbólicos, mas por máquinas desejantes; e Édipo, por sua vez, não passa da história de um longo “erro” que bloqueia as forças produtivas do inconsciente, aprisiona-as no sistema da família e assim as remete a um teatro de sombras.

Com agilidade impressionante, O anti-Édipo combina dispositivos da filosofia, da literatura, da antropologia, da arte, da economia, da ciência, da política e da biologia para articular uma crítica radical da cultura que acabou por definir uma das linhas de força do pensamento contemporâneo.

Orfeu, o encantador

Guy Jimenes

Orfeu, o encantador

Cia. das Letras

<p>Orfeu é um dos heróis gregos mais conhecidos entre nós, talvez pela consagrada versão de Vinicius de Moraes, que transplantou o mito ao Carnaval e aos morros cariocas da década de 1950. Com sua arte, Orfeu consegue comover até mesmo Hades,o deus dos infernos, que permite ao jovem levar sua amada de volta, com a condição de que no caminho ele não olhe para ela. O final da história, como muitos sabem, é dos mais trágicos. Como nos outros volumes da coleção, este traz um mapa da Grécia antiga, uma árvore genealógica das personagens, um glossário e um apêndice sobre a origem do mito e as várias interpretações que recebeu, além de apresentar as obras de arte inspiradas por ele, inclusive algumas realizadas no Brasil.</p>

Paratextos Editoriais

Gérard Genette

Paratextos Editoriais

Ateliê Editorial

Gérard Genette faz neste livro um longo ensaio sobre o paratexto do texto literário: apresentação editorial, nome do autor, títulos, dedicatórias,epígrafes, prefácios, notas, entrevistas e debates sobre o livro, entre outros. Esse aparato, muitas vezes visível demais para ser percebido, pode atuar sem que seu destinatário o saiba. Genette procura, portanto, estimular o leitor a examinar mais de perto aquilo que, às escondidas e com tanta frequência, regula nossas leituras.

Sociologia das Relações Internacionais

Guillaume Devin

Sociologia das Relações Internacionais

UDUFBA / EDUFAL

<p>Guillaume Devin analisa os fatos internacionais enquanto fatos sociais além de apresentar um quadro analítico que busca ser abrangente e preciso. Nessa perspectiva, este livro procura não separar o empírico do teórico, a história do presente, antes nos leva a uma reflexão mais global acerca da transformação das relações internacionais. Dividido em quatro grandes partes, a primeira mostra as diferentes concepções históricas sobre as relações internacionais. A segunda parte é dedica à conjuntura internacional e a análise de diversos fatores (naturais, técnicos, demográficos, econômicos e ideológicos) que a definem. Os Estados, as organizações intergovernamentais e as forças transnacionais, atores dessas relações, são estudados no terceiro segmento do livro. Para finalizar, o autor descreve a estrutura e o funcionamento do sistema internacional.</p>

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