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A Cavalaria – Da Germânia antiga à França do século XII

Dominique Barthélemy

A Cavalaria – Da Germânia antiga à França do século XII

UNICAMP

O que foi historicamente a Cavalaria? Seus registros na documentação medieval não estão limitados às narrativas ficcionais, e é legítimo perguntarmos que ligação a literatura cortês, que nos fascina com Lancelote, Ivan e Tristão, tem com a cavalaria tal como nos surge a partir de um quadro documental mais vasto. Em nossa memória, entram em acordo e, por vezes, se diluem em dado comum os conceitos de Cavalaria e cortesia. No entanto, ambos merecem tratamento histórico diferenciado. O que, portanto, define a Cavalaria? Dominique Barthélemy discute essas questões com profundidade e convence-nos do quanto nossa imaginação da Cavalaria é quixotesca e quão mais antiga e complexa é sua realidade documental.

A guerra de Alain: as memórias do soldado Alan Ingram Cope

Emmanuel Guibert

A guerra de Alain: as memórias do soldado Alan Ingram Cope

Zarabatana Books

A Guerra De Alan é o relato gráfico da vida do soldado norte-americano Alan Ingram Cope durante a Segunda guerra mundial. A graphic novel mostra a fase de alistamento e treinamento do jovem em bases militares norte-americanas, os combates nos últimos meses da guerra na França e Alemanha, e a vida de Alan no pós-guerra na Europa. A adaptação das lembranças de Cope para hq são executadas com maestria e sensibilidade pelo desenhista Emmanuel Guibert e, embora os acontecimentos se passem durante os momentos mais terríveis da história do século XX, o soldado mantém um estreito contato com as artes (literatura, poesia e música) e com os amigos que vai conquistando pelo caminho.

A oficina do cosmógrafo

Frank Lestringant

A oficina do cosmógrafo

Civilização Brasileira

<p>Este livro retraça a gênese da obra de André Thevet (1516-1592), geógrafo e cosmógrafo que serviu à dinastia dos Valois e, no ‘Novo Mundo’, produziu o livro ‘As singularidades da França Antártica’, com uma documentação de qualidade sobre a flora, a fauna e os costumes dos índios do Brasil meridional. Analisando a geografia e a cosmografia, ‘A oficina do cosmógrafo’ mostra que uma civilização é avaliada por seus mapas – eles mostram sua percepção do Outro bem como a imagem que ela se faz dela mesma. Por seu trabalho, é criado um novo Universo.</p>

A prosperidade do vício: uma viagem (inquieta) pela economia

Daniel Cohen

A prosperidade do vício: uma viagem (inquieta) pela economia

Jorge Zahar

Com momentos de suspense e sem “economês”, esse livro surpreendente leva o leitor a uma viagem no tempo, para revelar como a economia tem moldado a sociedade – do surgimento da agricultura à recente crise financeira em Wall Street. Reconstituindo as peripécias do homem para produzir e acumular riquezas, aponta para o futuro com indagações perturbadoras. Para onde o capitalismo nos conduz? A humanidade pode evitar o colapso ecológico? Narrativa vibrante em que história, política e meio ambiente se fundem para mostrar que o modelo econômico baseado na obsessão pela prosperidade está ultrapassado.

Antologia teatral da latinidade

Diversos

Antologia teatral da latinidade

UFMG

<p>O objetivo da obra é levar ao público um pouco da cena teatral contemporânea, contribuindo, segundo argumentação da Editora UFMG, para “preencher o vazio das prateleiras de textos teatrais, bastante negligenciados pelo mercado editorial brasileiro”. Os autores têm seu percurso apresentado em introdução que oferece noção de sua importância nos respectivos países.</p>

Como fazer amor com um negro sem se cansar

Dany Lafferière

Como fazer amor com um negro sem se cansar

Editora 34

Sucesso imediato de público e de crítica, Como fazer amor com um negro sem se cansar é o romance de estreia de Dany Laferrière, um dos principais escritores contemporâneos de língua francesa, nascido no Haiti em 1953. Com altas doses de humor, erotismo, sarcasmo e poesia, a obra retrata o cotidiano e as fantasias de dois jovens negros exilados no Quebec durante um tórrido verão dos anos 70. Ao som de muito jazz, sexo e boa literatura, este é um livro que ri – e faz rir – dos estereótipos culturais e sexuais. [Texto do editor]

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Duplo canto e outros poemas

François Cheng

Duplo canto e outros poemas

Ateliê Editorial

Poeta sino-francês, François Cheng é um sintetizador dessas duas extraordinárias vertentes da civilização. Sua simbiose enlaça a tradição de litetatura e pensamento zen, na sua expressão ideográfica distinta, à nossa tradição radicalmente inovadora da perspectiva aberta por Mallarmé. Integrador de imagens e culturas, Cheng muito nos enriquece a vivência literária: no caso dos leitores de língua portuguesa, graças ao pleno encontro do tradutor Bruno Palma com o mestre sino-francês, recriando-o admiravelmente em nossa língua.

Estados de violência: ensaio sobre o fim da guerra

Frédéric Gros

Estados de violência: ensaio sobre o fim da guerra

Ideias e Letras

“A guerra mudou a tal ponto de aspecto que é preciso admitir que o que foi pensado sob seu nome durante séculos praticamento desapareceu. Ser-me-ão objetados evidentemente os atentados terroristas de Nova York, Madri, Londres, a situação ‘explosiva’ no Cáucaso ou no Oriente Médio, ou ainda alguns países da África ou da América do Sul, dilacerados por intermináveis conflitos internos, etc. Contudo, eu jamais quis dizer, ao escrever ‘a guerra não existe mais’ que a humanidade enfim entrou na paz perpétua. Depois da queda do muro de Berlim, acreditou-se que começava o fim da História. Com a derrocada do comunismo, todas as nações iriam se abrir ao liberalismo democrático; suas relações seriam reguladas por um amável comércio, com doces leis de câmbio e um quadro jurídico reconhecido por todos. Foi outra coisa que se produziu: o fim da guerra e o florescimento dos estados de violência. O fim da guerra não significa com efeito o fim das violências, mas sua redistribuição em configurações inéditas, cujos grandes princípios traçaremos em fim de percurso. O fim da guerra não significa sobretudo a paz, porque não é possível pensar a paz fora do horizonte da guerra.”

Freud – Mas porque tanto odio?

Elisabeth Roudinesco

Freud – Mas porque tanto odio?

Zahar

Em 2010, o filósofo francês Michel Onfray lançou na França o polêmico Le crépuscule d’une idole. Nas páginas Freud é tratado como impostor, homofóbico, incestuoso e fascista. Pouco tempo depois a psicanalista Elisabeth Roudinesco lançou sua resposta, apontando erros de apuração, fatos forjados e acusações maliciosas como a de que o mestre da psicanálise teria mantido um caso com a cunhada por quarenta anos. A autora ainda mostra como as acusações apresentadas não são novas, são boatos antigos criados por quem buscava apenas atrair as atenções da mídia.
Para Roudinesco, tanto ódio, porém, tem justificativa: ninguém derruba uma série de mitos, como os relacionados ao sexo, sem pagar um alto preço por isso.
Completando a edição estão ainda cinco artigos assinados por profissionais da área de história, filosofia e psiquiatria e uma entrevista publicada na revista Le Nouvel Observateur, em que ela esclarece os constantes ataques à psicanálise.
“O ódio a Freud se manifestou desde os seus primeiros escritos. Ele é da mesma natureza que o ódio a Darwin. Freud realizou algo que parece intolerável à humanidade. É a revolução do íntimo.” Elisabeth Roudinesco
Marx, manual de instruções

Daniel Bensaïd, Charb

Marx, manual de instruções

Boitempo Editorial

“O que disse Marx? Nesse pequeno curto livro, Marx, manual de instruções, publicado pela Boitempo, o filósofo e ativista político francês Daniel Bensaïd (1946-2010) oferece uma divertida introdução à vida e obra do pensador alemão. Um claro e elucidativo panorama que combina filosofia e dezenas de quadrinhos do provocativo cartunista francês Stéphane “Charb” Charbonnier, feitos especialmente para a obra; há humor e espírito de síntese, carregado de insights de um dos mais importantes teóricos anticapitalistas da contemporaneidade.” [resumo do editor]

Este livro recebeu apoio dos programas de Amparo à publicação do Instituto Français

Sobre o autor
Daniel Bensaïd nasceu em Toulouse em 1946. Foi filósofo e dirigente da Liga Comunista Revolucionária, e um dos militantes mais destacados dos movimentos de Maio de 1968. Professor de Filosofia da Universidade de Paris VIII, faleceu no dia 12 de janeiro de 2010, aos 64 anos.

O caso Dominique

Françoise Dolto

O caso Dominique

Zahar

Françoise Dolton, psicanalista membro da escola Freudiana de Paris e dedicada especialmente à psicanálise das criança, registrou com absoluta fidelidade todos os fatos dessa análise, caso raríssimo na história das publicações psicoanalíticas. Graças a esse livro, podemos ver um espetáculo de um emocionante adolescente perdido em um universo sem limites, incluindo os de espaço e tempo, e que, num deserto de palavras, busca um indício para tentar reencontrar sua ordem. O resultado não poderia ser mais surpreendente: o jovem, que no começo do tratamento era apenas uma espécie de personagem abstrato, quase um fantasma, e para o qual o imaginário era a única lei, aceita progressivamente uma realidade, que se tornará a base de seu comportamento.

O Circo no Risco da Arte

Emmanuel Wallon (org.)

O Circo no Risco da Arte

Autêntica

Durante mais de dois séculos, o circo inventou suas relações próprias com o corpo, a palavra, o objeto e o espaço sem deixar de manter sedutoras relações com outras disciplinas. Provenientes de novas escolas, as companhias de hoje desestruturam as categorias e as hierarquias tradicionais, concebendo obras nas quais a proeza não está mais em primeiro plano. A gente do circo contesta a noção de gênero menor inserindo-se com isso nas noções usufruídas pelas artes cultas? Os autores deste livro exploram um universo em que a noção de risco artístico recobre todas as direções.

Apoio PAP

O conflito, a mulher e a mãe

Elisabeth Badinter

O conflito, a mulher e a mãe

Record

Um livro que questiona o mito de que toda mulher tem o desejo e o instinto natural de ser mãe. A autora reflete e pondera sobre os efeitos e causas da queda acentuada nas taxas de natalidade em todos os países desenvolvidos, o aumento do número de mulheres que não querem ter filhos, o renascimento do discurso naturalista para conquistar as mulheres no seu papel de mães e uma espécie de “ditadura do aleitamento materno”. A maternidade agora está carregada de expectativas, restrições, obrigações e Badinter reflete sobre essas mudanças na sociedade de hoje.

O desafio biográfico escrever uma vida

François Dosse

O desafio biográfico escrever uma vida

EDUSP

Neste livro, François Dosse, sem negar a evolução do gênero biográfico – que decerto sofreu alterações profundas – distingue três modalidades de abordagem biográfica: a idade heroica, a idadde modal e, por fim, a idade hermenêutica. Para ele, ao se detectar uma evolução cronológica entre essas três idades, ver-se-á claramente que os três tipos de tratamento da biografia podem combinar-se e aparecer no curso de um mesmo período. O caráter híbrido do gênero biográfico, a dificuldade de classificá-lo numa disciplina organizada, a pulverização entre tentações contraditórias – como a vocação romanesca, a ânsia de erudição, a insistência num discurso moral exemplar – fizeram dele um subgênero há muito sujeito ao opróbio e a um déficit de reflexão. Desprezado pelo mundo sapiente das universidades, o gênero biográfico nem por isso deixou de fruir um sucesso público jamais desmentido, a atestar que ele responde a um desejo que ignora modismos.

O futuro da francofonia

Dominique Wolton

O futuro da francofonia

Sulina

Neste livro, O Futuro da Francofonia, Dominique Wolton reflete sobre o devir de uma língua falada por milhões de pessoas em todo o mundo e marcada pela produção de incontáveis obras de arte de primeira grandeza. Não se trata, como podem pensar os mais afoitos, de uma defesa patriótica de uma língua, mas da universalização de um princípio: a diversidade linguística como patrimônio inatacável. Todo país deve lutar para preservar sua identidade, sua cultura, sua história, sua língua. Nesta época de globalização, sob a pressão das potências econômicas, muitos países sentem a tentação de abrir mão do que lhes é mais caro em nome de uma suposta facilidade. A globalização, contudo, não pode significar homogeneização ou neocolonialismo. Ela precisa ser redimensionada em favor da diversidade cultural e pela diversidade cultural. Globalizar deve encurtar distância e estabelecer pontes, mas não empobrecer o repertório universal. Este livro de Dominique Wolton, ao falar do futuro da francofonia, aborda uma gama enorme de problemas, a começar pelo sentido da globalização. Afinal, precisamos de mais poliglotas ou de uma cultura dominada por uma única língua? A francofonia, assim como a lusofonia, pode, e deve, ser vista como resistência à uniformização? Ser moderno pode ser não ter medo de lutar em favor do que a ideologia hegemônica tenta rotular como anacrônico.

País sem chapéu

Dany Laferrière

País sem chapéu

34

Depois de vinte anos no exílio, um artista volta à sua cidade de origem — Porto Príncipe, Haiti. País sem chapéu é o relato desse regresso, da sequência de redescobertas, perplexidades e decepções que ele proporciona. Ao regressar ao Haiti, o protagonista reencontra antes de tudo duas velhas senhoras, a mãe e a tia, últimos remanescentes de uma família mutilada e dispersa pelas ditaduras. Pela boca delas, recobra de saída seu velho apelido familiar, “Velhos Ossos”, e um mundo de lembranças íntimas. Por meio delas, também percebe aos poucos a profundidade das mudanças ocorridas nas duas décadas de exílio, que vão muito além do visível. Passo a passo, nas andanças pela cidade, Velhos Ossos vai tomando contato com uma realidade estranha, em que o mundo mítico dos mortos incide diretamente no plano do cotidiano, alterando as relações entre os vivos. Agora, mais do que nunca, não se sabe mais quem está de um lado, quem do outro. Paralelamente, o personagem vai revendo seus grandes amigos e amores da juventude, e nesses reencontros pode olhar em perspectiva seu próprio percurso existencial. No contraste entre realidade e memória, percebe, com boas doses de humor autoirônico, quanto estranhamento se instalou em meio à identificação que perdura.

Potências do tempo

David Lapoujade

Potências do tempo

n-1 eidções

“Apreender a duração e a mudança em si, independentemente de tudo aquilo que dura e de tudo aquilo que muda. Desdobrar o tempo, seus afetos e experiências, e descobrir a liberdade que a ele está vinculada. Potências do Tempo, de David Lapoujade, é uma leitura atenta e sensível da obra de Henri Bergson. Nela, Lapoujade parte de três aspectos – emoção, simpatia, apego – para retratar um outro Bergson. Pouco a pouco, veremos se revelar um Bergson matemático, um Bergson perspectivista ou ainda um Bergson médico da civilização. Se com muita frequência, esses termos só foram considerados como concessões feitas à pedagogia ou à elegância, aqui serão entendidos como conceitos de fato. Desse modo, torna-se possível resgatar a relação indissolúvel que existe entre tempo e afeto. Como afirma o autor, é para o lado da vida que iremos nos voltar, “para aquilo que faz de nós viventes, ou melhor, para aquilo que nos faz sentir viventes”.” [resumo do editor]

Este livro contou com o apoio dos programas de auxilio à publicação do Institut Français.

Sobre o autor:

David Lapoujade é filósofo e professor da Universidade de Sorbonne (Paris I). Foi aluno de Deleuze, tendo editado duas obras suas, postumamente: A Ilha Deserta, e o ainda inédito no Brasil, Deux Régimes de fous. É especialista em pragmatismo, principalmente da obra de William James, mas dedica-se também à obra de Bergson, Emerson, Deleuze e do escritor Henry James.

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