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A arte do presente

Ariane Mnouchkine

A arte do presente

Cobogó

O livro A arte do presente é a reunião de entrevistas feitas com Ariane Mnouchkine, diretora do Théâtre du Soleil, por Fabienne Pascaud, jornalista que acompanhou a fundadora e sua companhia de teatro.

A Espuma dos Dias

Boris Vian

A Espuma dos Dias

CosacNaify

“Obra-prima do escritor francês Boris Vian, A Espuma dos Dias faz uso de imagens poéticas e surreais para apresentar um universo absurdo. Trata-se da história dos amigos Colin, Chick, Nicolas, Chloé, Alise e Isis, que vivem em Paris num ambiente repleto de referências ao jazz e ao existencialismo dos anos 1950” (do site da CosacNaify).

Este livro recebeu apoio do PAP (Programa de Apoio à Publicação Carlos Drummond de Andrade) da Embaixada da França no Brasil.

A outra vida de Catherine M.

Catherine Millet

A outra vida de Catherine M.

Agir

Desde o primeiro relato de suas aventuras eróticas em A vida sexual de Catherine M. – que vendeu mais de dois milhões de exemplares e foi traduzido para mais de quarenta líguas -, Catherine Millet não deixa de surpreender o público com minúncias de sua trajetória de desejo sem freio, contadas com estilo sóbrio e elegante. A outra vida de Catherine M. revela as armadilhas do casamento aberto e um elenco infinito de amantes e ousadias, além de um ingrediente inesperado: o doloroso e incontrolável ciúime que sentiu por um único parceiro.

A terra e o céu de Jacques Dorme

Andreï Makine

A terra e o céu de Jacques Dorme

Cosac Naify

A história de amor vivida entre um aviador e uma enfermeira, ambos franceses, em Stalingrado durante a Segunda Guerra, é narrada por um escritor nascido na Rússia, que décadas mais tarde vive exilado na França.
O relato dessa paixão foi ouvido na adolescência, quando o narrador conheceu Alexandra num orfanato destinado a filhos de pais que desagradaram o stalinismo, como ele.As aventuras de Jacques Dorme contadas por Alexandra, assim como o contato com a língua francesa, falada por ela, marcaram o rapaz.
Anos depois, o narrador volta clandestinamente àquelas terras geladas em busca de suas origens e transforma suas memórias em um livro que o consagra e o desilude.

Ao pé do muro

Cesare Battisti

Ao pé do muro

Martins Fontes

Cesare Battisti produziu uma obra de ficção baseada em seu tempo na prisão.Ao pé do muro, é o último da trilogia composta por “Minha fuga sem fim” e “Ser bambu”. Battisti escreveu o romance na cárcere enquanto esperava uma decisão do governo brasileiro sobre se o extraditava ou não para a Itália. O livro acaba de ser lançado no Brasil, contando com a presença do autor. Ao pé do muro foi escrito originalmente, em francês.

Assassinato na Torre Eiffel

Claude Izner

Assassinato na Torre Eiffel

Vestigio

Como inúmeros visitantes do mundo inteiro, Victor Legris, livreiro da rua dos Saints-Pères, está a caminho da Exposição Universal, onde a torre Eiffel, recentemente inaugurada, é a verdadeira estrela. Nesse início de verão de 1889, os parisienses têm dificuldade para circular na multidão aglutinada entre as barracas coloridas, nos corredores invadidos por riquixás chineses e adestradores egípcios.

No primeiro andar da torre, Victor vai se encontrar com Kenji Mori, seu sócio, e seu amigo Marius Bonnet, que acaba de lançar um novo jornal, o Passe-Partout. Mas o encontro é subitamente interrompido: uma mulher acaba de morrer, vítima de uma estranha picada. A partir daí, tem lugar uma série de mortes inexplicadas que vão marcar a vida de Victor Legris como investigador e fazer você mergulhar na capital dos impressionistas. [resumo do Editor]

Sobre o autor:

Claude Izner é o pseudônimo de duas irmãs, Liliane Korb e Laurence Lefèvre. Durante muito tempo, Liliane foi montadora de cinema, antes de se reconverter em bouquiniste nas margens do Sena, como sua irmã Laurence. As duas escrevem juntas e individualmente há muitos anos, tanto para os jovens como para o público adulto. As investigações de Victor Legris são hoje publicadas em mais de dez países.

Cinefilia

Antoine de Baecque

Cinefilia

Cosac Naify

A partir de personalidades como Godard, Truffaut, Chabrol, Rivette e Bazin, e dos debates da nouvelle vague, Antoine de Baecque refaz o percurso dos anos 1940 a 1960, abordando as principais publicações dedicadas à crítica de cinema, como os Cahiers du cinéma ePositif. O livro mostra como a cinefilia conquistou seu lugar na história cultural do século XX ao inventar uma forma de ver e compreender o mundo através do cinema.
Apoio PAP
Coleção ArteFíssil

ArteFíssil

Coleção ArteFíssil

Contraponto

A coleção ArteFíssil da Editora Contraponto (RJ) propõe títulos importantíssimos para a compreensão da Estética e da História da Arte das últimas décadas, enfatizando o diálogo interdisciplinar entre a Filosofia, os estudos de mídia e as diversas teorias da imagem. Destaques para obras seminais de Georges Didi-Huberman, Philippe-Alain Michaud e Aby Warburg.

Enquête sur les modes d’existence

Bruno Latour

Enquête sur les modes d’existence

La Découverte

Dando continuidade ao trabalho iniciado em seu clássico “Jamais fomos Modernos”, Bruno Latour investiga aqui a noção de “modo de existência” (tanto uma forma de ser quanto um tipo particular de condição – ou regime – de verdade).Esta investigação nos leva refletir sobre o que herdamos dos Modernos e o que, efetivamente, conseguimos criar de original.

História do Cristianismo

Alain Corbin

História do Cristianismo

WMF Martins Fontes

O cristianismo impregna a vida cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário, mas os conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta. Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de Praga ou de Belém, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar verdadeiramente certas obras de Stendhal ou Victor Hugo implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina, das peripécias que marcaram a sua história, das etapas da sua adaptação ao mundo.

Apoio PAP

Mein Kampf: A história do livro

Antoine Vitkine

Mein Kampf: A história do livro

Nova Fronteira

Antoine Vitkine procura entender os efeitos do livro Mein Kampf, escrito por Hitler. Uma tentativa de responder a perguntas como: Como o livro foi escrito? Por que razões teve um papel essencial na subida de Hitler ao poder? Vitkine escreve Mein Kampf: a história do livro como investigação ao efeito que a narrativa de Hitler continua tendo nos dias de hoje.

Apoio PAP

Mutações: Elogio à Preguiça

Adauto Novaes (org.)

Mutações: Elogio à Preguiça

SESC SP

“A arte nasceu de um bocejo sublime…”, afirmou o grande escritor Mário de Andrade, ao defender
as preguiças iluminadas dos filósofos gregos. Elogio à preguiça é o quinto livro da série Mutações
organizada por Adauto Novaes. Aqui, vinte e dois pensadores tomam a preguiça ou o universo do
preguiçoso como fundo para discussões sobre temas como poesia e preguiça; o laço invisível que
ata preguiça e pecado; a produtividade do trabalho e a falsa promessa do tempo liberado; e o
elogio dos gregos à preguiça, para quem “pensar é o passeio da alma”.

O gosto do cloro

Bastien Vivès

O gosto do cloro

Barba Negra

O gosto do cloro conta a história de dois jovens que se encontram casualmente em uma piscina pública de Paris. Ela nada por distração e ele por recomendações médicas. Aos poucos o interesse dele em relação a ela começa a surgir. Retratando romances e relações casuais, O gosto do cloroganhou o prêmio Revelação Essencial do Festival de Angoulême, em 2009.

Apoio PAP

O homem nu (Mitológicas 4)

Claude Lévi-Strauss

O homem nu (Mitológicas 4)

Cosac Naify

Neste livro, Claude Lévi-Strauss analisa a mitologia indígena norte-americana, mostrando como funciona a estrutura de mitos na prática e revelando a importância dos dados etnográficos, ecológicos, astronômicos e meteorológicos para compreender o significado dos mitos.
Apoio PAP
O sabor do arquivo

Arlette Farge

O sabor do arquivo

EDUSP

O uso do arquivo e sua relação com a escrita da história constitui o objeto de reflexão deste ensaio de Arlette Farge, que escreve a partir de sua experiência ao trabalhar com documentos policiais do século XVIII conservados na Biblioteca do Arsenal e no Arquivo e na Biblioteca nacionais da França. Escrita do ponto de vista de uma historiadora tomada de paixão pelos arquivos, a narrativa descreve o mundo das bibliotecas em tom muitas vezes pessoal e irônico, convidando o leitor a participar do prazer de frequentar esses espaços onde a monotonia do copiar contrasta com as peripécias nelas descritas, onde a solenidade do ambiente parece não comportar a vivacidade dos acontecimentos e personagens que habitam os registros ali depositados, onde o silêncio sepucral é interrompido pelo murmúrio de milhares de palavras e frases registradas nos documentos.

Os filósofos e o amor: de Sócrates a Simone de Beauvoir

Aude Lancelin e Marie Lemonnier

Os filósofos e o amor: de Sócrates a Simone de Beauvoir

Agir

Em Os filósofos e o amor: de Sócrates a Simone de Beauvoir, dois milênios de ideias sobre o amor são resumidos para o leitor interessado em conhecer melhor esse sentimento tão peculiar, capaz de oscilar entre a mais sublime idealização da alma e o mais mundano deleite da carne. “O pensamento sobre o amor sempre foi escrito com o próprio sangue dos filósofos, com suas dificuldades singulares, suas neuroses, seus êxitos amorosos.”, garantem as autoras. Engana-se quem pensa que a filosofia se debruça sobre o tema com base na pura racionalidade lógica. Os fracassos de Nietzsche em suas investidas junto às mulheres e o perfil galanteador de Sartre certamente tiveram influência sobre suas maneiras próprias de pensar a experiência amorosa. É por esse motivo que o leitor vai encontrar aqui pitadas biográficas de grandes filósofos que revolucionaram o mundo – e amaram.

Os três Mosqueteiros

Alexandre Dumas

Os três Mosqueteiros

Zahar

Desde 1844, a história de Os três mosqueteiros já passou por diversas adaptações. Durante muitos anos, as aventuras de Athos, Porthos, Aramis e d’Artagnan penetraram no imaginário coletivo da humanidade, fazendo esse romance ganhar o status de verdadeiro mito cultural. Essa nova tradução – integral, ilustrada e anotada – permite que os leitores de hoje voltem a ter contato com o texto original de Alexandre Dumas.

Por uma antropologia da mobilidade

Augé, Marc

Por uma antropologia da mobilidade

EDUFAL: UNESP

Em seu livro “Por uma antropologia da mobilidade”, Marc Augé dá prosseguimento ao projeto de uma antropologia dos mundos contemporâneos, ou seja, de culturas e sociedades cada vez mais postas em contato nas condições específicas do que denomina sobremodernidade.
Para ele, é possível referir-se a uma mobilidade sobremoderna, caracterizada pelo deslocamento de indivíduos, produtos e sentidos. Há também em curso uma notável urbanização do mundo, com cidades interligadas em redes de transporte e de comunicação que estabelecem um novo cenário para os indivíduos, as culturas e as identidades. Tal cenário é tomado por sujeitos sociais transnacionais em circulação crescente, como empresários, imigrantes, trabalhadores clandestinos, exilados, turistas, cientistas, artistas, desportistas de alta performance etc.
Augé nos propõe em “Por uma antropologia da mobilidade” um sobrevoo em torno de noções que norteiam um propósito reflexivo sobre essa mobilidade, como as de fronteira, urbanização, migração, viagem e utopia. Em capítulos curtos e sintéticos, temos um posicionamento a um só tempo crítico e prospectivo sobre alguns dos maiores desafios das sociedades atuais. E no seu enfrentamento as dimensões política e educacional de nosso envolvimento tornam-se incontornáveis.
Bruno César Cavalcanti
Rachel Rocha de A. Barros
Laboratório da Cidade e do Contemporâneo
Instituto de Ciências Sociais

Universidade Federal de Alagoas

Syngué Sabour. Pedra de Paciência

Atiq Rahimi

Syngué Sabour. Pedra de Paciência

Estação Liberdade

Atiq Rahimi compôs pequena obra rica em concisão e poesia (“no Afeganistão as crianças aprendem a ler na escola com os grandes poetas do passado”), onde ressurge o pranto da mulher, uma mulher afegã, voz de todas as mulheres do mundo, incompreendida pelo marido mais apegado a sua Kalashnikov que às contendas da carne – o casamento se consumaria anos depois das bodas. Pedra-de-paciência é o nome de uma pedra mágica que acolhe os lamentos de quem se confidencia a ela. O dia em que ela receber tristezas demais, explodirá em erupção apocalíptica. Aqui, a mulher revela seu desejo, seu desamparo, sua dor, sua condição feminina, ao marido inerte após ter recebido uma bala na nuca, enquanto na rua os tanques, as granadas, os fuzis e os combatentes imberbes impõem a lei da guerra fratricida. Com esse livro, Atiq Rahimi ganhou o prêmio Goncourt em 2008.

Apoio PAP

Transformar a metrópole – Igreja Católica, territórios e mobilizações sociais em São Paulo 1970-2000

Catherine Iffly

Transformar a metrópole – Igreja Católica, territórios e mobilizações sociais em São Paulo 1970-2000

UNESP

Transformar a metrópole é uma ampla investigação sobre as razões que explicam a mudança do papel político da Igreja católica no Brasil a partir dos anos 1980. Mais do que um estudo sobre os bastidores das disputas religiosas, o livro propõe uma reflexão que restitui o entrelaçamento de vários elementos e a complexidade do quadro político e social.

Um Banto em Washington seguido de um Banto em Djibuti

Célestin Monga

Um Banto em Washington seguido de um Banto em Djibuti

Martins Fontes

Um banto em Washington de Célestin Monga é um relato autobiográfico do autor. O livro conta a história de uma publicação feita por Monga num jornal da República de Camarões que provoca revoluções e até algumas mortes, mudando assim as diretrizes políticas do país. A obra finaliza com o exílio do autor nos Estados Unidos, onde exerce funções altas no Banco Mundial. Outro título que completa o livro é Um Banto em Djibuti que conta, em forma de diário de viagem, suas impressões sobre Chifre da África.
Celéstin Monga é, hoje, Lead Economist e vice-presidente do Banco Mundial em Washington e é considerado um dos mais importantes pensadores da democracia em nossos dias.

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Portal do livro francês no Brasil, Serviço de Cooperação e Ação Cultural da Embaixada da França

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Sediado no Consulado da França no Rio de Janeiro, faz a promoção do livro francês no Brasil e concede apoio aos profissionais do livro e da leitura

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