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História da Morte no Ocidente

História da Morte no Ocidente

Os ensaios que compõem a “História da morte no Ocidente” se converteram, desde sua publicação pela primeira vez em 1975, já em clássicos, e nos apresentam a fascinante história da mudança gradual na percepção sobre a morte, vista como algo familiar e “domesticado” no mundo medieval, e maldita na concepção moderna. É leitura obrigatória na bibliografia dedicada a nossa relação com a morte, seu papel na configuração de um entorno cultural e as formas de intercâmbio que nele se desenvolvem.

HHhH

HHhH

HHhH (Himmlers Hirn heisst Heydrich, ou o cérebro de Himmler se chama Heydrich) é o hábil romance histórico de Laurent Binet descrevendo a trajetória de um dos episódios importantes do III Reich: a morte de Reihardt Heydrich, o “cérebro de Himmler” do título, comandante da Boêmia-Morávia (atual República Tcheca), pelos resistentes tchecos em maio de 1942.

O livro recebeu o Prêmio Goncourt de 2010.

Sobretudo de Proust

Sobretudo de Proust

A paixão ou quase obsessão do magnata francês Jacques Guérin pela obra do escritor Marcel Proust e por livros raros e manuscritos é o tema deSobretudo de Proust : história de uma obsessão literária. O livro tem autoria da jornalista Lorenza Foschini, que reconstrói a trajetória de Guérin em sua obstinada odisseia para preservar fotos, cartas, rascunhos e versões
de Em busca do tempo perdido, e também o famoso sobretudo sempre usado pelo escritor. Graças ao cuidado que Guérin teve pelos objetos, existe atualmente uma réplica exata do quarto de Proust no Carnavalet, museu parisiense. O livro evoca também a sociedade francesa do início do século XX, repleta de escritores e artistas, como Apollinaire e Picasso.

O erro de Narciso

O erro de Narciso

O livro traz à tona os conflitos e armadilhas do amor-próprio. Mostra como a vaidade do querer ser ou de se mostrar sendo, da falsa imagem de si, prejudica a consciência de viver. O erro de Narciso trabalha a angústia existencial e o subjetivismo isolado.

Hubris. La Fabrique du monstre dans l’art moderne

Hubris. La Fabrique du monstre dans l’art moderne

“A arte moderna frequentemente se devotou à feiúra. Anatomias disformes, composições incongruentes, vontade de surpreender e de chocar: quem ousaria ainda falar de beleza nestes tempos? (…) Jean Clair propõe uma leitura antropológica da estética moderna que entrecruza história da arte, história das ciências e história das idéias”

Petite philosophie du zombie

Petite philosophie du zombie

“Os zumbis estão em toda parte, no cinema, na televisão, nas ruas, nas livrarias. Grotescos e aterrorizantes, poderiam ser apenas uma tendência kitsch, uma moda (…) mas eles põe em questão os limites da condição humana: a  da consciênia, da vida e da civilização”

Enquête sur les modes d’existence

Enquête sur les modes d’existence

Dando continuidade ao trabalho iniciado em seu clássico “Jamais fomos Modernos”, Bruno Latour investiga aqui a noção de “modo de existência” (tanto uma forma de ser quanto um tipo particular de condição – ou regime – de verdade).Esta investigação nos leva refletir sobre o que herdamos dos Modernos e o que, efetivamente, conseguimos criar de original.

Brumas sobre a Pont de Tolbiac

Brumas sobre a Pont de Tolbiac

Anos 1950. Nas brumas parisienses do 13º Arrondissement, o detetive Nestor Burma é surpreendido por seu passado – uma jovem cigana das ruas o guia até o Hospital de La Salpêtrière, onde ele descobre um cadáver que o remete ao tempo em que ‘Dinamite Burma’ frequentava a célula anarquista do bairro e ao atentado da Pont de Tolbiac, um misterioso caso ocorrido há vinte anos, mas nunca esclarecido.

A teoria da revolução no jovem Marx

A teoria da revolução no jovem Marx

Esta obra procura ser, essencialmente, um estudo da evolução política e filosófica de Marx no contexto histórico das lutas sociais na Europa durante os anos de 1840-48 e, em particular, sua relação com as experiências de luta da classe operária em formação e com o primeiro movimento socialista/comunista. Löwy busca relatar o aparecimento, no jovem Marx, de uma nova concepção do mundo – a filosofia da práxis, fundamento metodológico de sua teoria da revolução como autoemancipação do proletariado. O livro é resultado de uma pesquisa interdisciplinar que se vincula, ao mesmo tempo, à sociologia, à história social, à filosofia e à teoria política.

O gosto do cloro

O gosto do cloro

O gosto do cloro conta a história de dois jovens que se encontram casualmente em uma piscina pública de Paris. Ela nada por distração e ele por recomendações médicas. Aos poucos o interesse dele em relação a ela começa a surgir. Retratando romances e relações casuais, O gosto do cloroganhou o prêmio Revelação Essencial do Festival de Angoulême, em 2009.

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O amor da língua

O amor da língua

Jean-Claude Milner, linguista francês, apresenta, nesse livro, os efeitos de suas incursões no meio psicanalítico francês.  O amor da língua realiza uma leitura dos fundamentos da linguística a partir da consideração da hipótese do inconsciente.

Pinóquio

Pinóquio

A adaptação contemporânea e sombria da famosa obra de Carlo Colodi por o Winshluss, vencedora do Grand Prix de Angoulême 2009, ganha tradução no Brasil pela editora Globo. A obra original em francês esta disponivel na Mediateca da Maison de France !

Vivo até a morte: seguido de Fragmentos

Vivo até a morte: seguido de Fragmentos

Paul Ricoeur foi um dos grandes filósofos e pensadores franceses do século XX. Em 1996, com 83 anos, ele reflete sobre a morte. A morte de quem já morreu e sua própria morte. O que acontece depois? “Passagem a outro estado de ser, espera de ressurreição, reencarnação ou, para espíritos mais filosóficos, mudança de estatuto temporal, elevação a uma eternidade imortal.”. “O que são os mortos?”.
Textos de sobreviventes dos campos de deportação e um confronto com um livro de Xavier Léon-Dufour sobre a ressurreição são duas mediações pelas quais passa a reflexão de Paul Ricoeur sobre a morte.
O livro é composto também por uma segunda parte, a parte que o filósofo chamou de fragmentos. Pequenos textos escritos por ele em 2004 e 2005, sendo o último, um mês antes de sua morte.

O livro contou com a ajuda dos Programas de apoio à publicação do Instituto Francês.

Mutações: Elogio à Preguiça

Mutações: Elogio à Preguiça

“A arte nasceu de um bocejo sublime…”, afirmou o grande escritor Mário de Andrade, ao defender
as preguiças iluminadas dos filósofos gregos. Elogio à preguiça é o quinto livro da série Mutações
organizada por Adauto Novaes. Aqui, vinte e dois pensadores tomam a preguiça ou o universo do
preguiçoso como fundo para discussões sobre temas como poesia e preguiça; o laço invisível que
ata preguiça e pecado; a produtividade do trabalho e a falsa promessa do tempo liberado; e o
elogio dos gregos à preguiça, para quem “pensar é o passeio da alma”.

3 volumes de Titeuf

3 volumes de Titeuf

O personagem de quadrinhos Titeuf chega ao Brasil com grande expectativa da parte do público. Trata-se de uma série, criada pelo cartunista suíço Zep, que já conta com 15 álbuns e foi lançada em 25 países. A V&R lançou neste mês os dois primeiros: Deus, o sexo e os suspensórios e O amor é nojento… O terceiro, Do que elas gostam, está previsto para o segundo semestre.

História do Pé e Outras Fantasias

História do Pé e Outras Fantasias

A História do Pé e Outras Fantasias é o último livro do francês J. M. G. Le Clézio, Prêmio Nobel de 2008. Trata-se do terceiro título deste autor publicado pela Cosac Naify. A obra consiste em uma composição de histórias independentes que remontam ao fascínio de Le Clézio pelo universo simbólico africano, na busca de uma interseção entre o eclético visto de fora, e a leitura interior do próprio autor em sua vivência literária.

Diário de Luto

Diário de Luto

Diário de Luto consiste na verdade em um diário de fato, mantido pelo semiólogo e escritor Roland Barthes entre 26 de outubro de 1977, dia seguinte ao da morte de sua mãe e 15 de setembro de 1979. Trata-se de um conjunto de 330 fichas quase todas datadas e reunidas pela primeira vez em livro.

Alberto Giacometti: Textos de Jean-Paul Sartre

Alberto Giacometti: Textos de Jean-Paul Sartre

Alguns dos mais belos textos sobre arte moderna foram escritos sobre a obra de Alberto Giacometti (1901-1966), entre os quais os dois ensaios de Jean-Paul Sartre (1905-1980) apresentados nesta edição: “A busca do absoluto” e “As pinturas de Giacometti”. Eles foram publicados originalmente em periódicos, por ocasião de exposições de Giacometti em 1948 e 1950. Desde então, esta é a primeira vez que são reunidos num único volume. [Texto do editor]

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Como fazer amor com um negro sem se cansar

Como fazer amor com um negro sem se cansar

Sucesso imediato de público e de crítica, Como fazer amor com um negro sem se cansar é o romance de estreia de Dany Laferrière, um dos principais escritores contemporâneos de língua francesa, nascido no Haiti em 1953. Com altas doses de humor, erotismo, sarcasmo e poesia, a obra retrata o cotidiano e as fantasias de dois jovens negros exilados no Quebec durante um tórrido verão dos anos 70. Ao som de muito jazz, sexo e boa literatura, este é um livro que ri – e faz rir – dos estereótipos culturais e sexuais. [Texto do editor]

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O meu primeiro dicionario de ecologia

O meu primeiro dicionario de ecologia

O derretimento das calotas polares, o aquecimento do planeta, a escassez de água, o uso sem limites de resursos naturais, a extradição indiscriminada de combustíveis fósseis, o aumento no buraco da camada de ozônio, o desmatamento das florestas… Precisamos tomar alguma atitude já! A preservação do planeta se tornou uma preocupação urgente e temos que fazer a nossa parte. Apresentando os princípios básicos para a preservação do meio ambiente, O meu primeiro dicionário de ecologia nos mostra que pequenos hábitos podem fazer a diferença, ensiando as novas gerações a lutar por um futuro melhor para todo o planeta.

Ao pé do muro

Ao pé do muro

Cesare Battisti produziu uma obra de ficção baseada em seu tempo na prisão.Ao pé do muro, é o último da trilogia composta por “Minha fuga sem fim” e “Ser bambu”. Battisti escreveu o romance na cárcere enquanto esperava uma decisão do governo brasileiro sobre se o extraditava ou não para a Itália. O livro acaba de ser lançado no Brasil, contando com a presença do autor. Ao pé do muro foi escrito originalmente, em francês.

A Ontologia Axiológica de Louis Lavelle

A Ontologia Axiológica de Louis Lavelle

Com a mesma força e hospitalidade de Louis Lavelle, Tarcísio Padilha fala sobre o relativo e o absoluto e a verdade eterna dentro da problemática de seu tempo, trazendo soluçõe para problemas relativos ao tempo-espaço.

A presença total e ensaios reunidos

A presença total e ensaios reunidos

A presença total e ensaios reunidos é o conjunto de temas relevantes da obra de Louis Lavelle, como o ser, a existência, a liberdade, o ato, o valor, a participação e a intersubjetividade. De suas experiências dolorosas, Lavelle soube fazer um caminho para a espiritualidade.

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