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Aisthesis – Scènes du régime esthétique de l’art

Jacques Rancière

Aisthesis – Scènes du régime esthétique de l’art

Galilée

“Jacques Rancière examina uma quinzena de eventos célebres ou obscuros, onde se pergunta o que constitui a arte e o que ela produz. (…) Uma história da modernidade artística bem distante do dogma modernista.”

O conflito, a mulher e a mãe

Elisabeth Badinter

O conflito, a mulher e a mãe

Record

Um livro que questiona o mito de que toda mulher tem o desejo e o instinto natural de ser mãe. A autora reflete e pondera sobre os efeitos e causas da queda acentuada nas taxas de natalidade em todos os países desenvolvidos, o aumento do número de mulheres que não querem ter filhos, o renascimento do discurso naturalista para conquistar as mulheres no seu papel de mães e uma espécie de “ditadura do aleitamento materno”. A maternidade agora está carregada de expectativas, restrições, obrigações e Badinter reflete sobre essas mudanças na sociedade de hoje.

Duplo canto e outros poemas

François Cheng

Duplo canto e outros poemas

Ateliê Editorial

Poeta sino-francês, François Cheng é um sintetizador dessas duas extraordinárias vertentes da civilização. Sua simbiose enlaça a tradição de litetatura e pensamento zen, na sua expressão ideográfica distinta, à nossa tradição radicalmente inovadora da perspectiva aberta por Mallarmé. Integrador de imagens e culturas, Cheng muito nos enriquece a vivência literária: no caso dos leitores de língua portuguesa, graças ao pleno encontro do tradutor Bruno Palma com o mestre sino-francês, recriando-o admiravelmente em nossa língua.

País sem chapéu

Dany Laferrière

País sem chapéu

34

Depois de vinte anos no exílio, um artista volta à sua cidade de origem — Porto Príncipe, Haiti. País sem chapéu é o relato desse regresso, da sequência de redescobertas, perplexidades e decepções que ele proporciona. Ao regressar ao Haiti, o protagonista reencontra antes de tudo duas velhas senhoras, a mãe e a tia, últimos remanescentes de uma família mutilada e dispersa pelas ditaduras. Pela boca delas, recobra de saída seu velho apelido familiar, “Velhos Ossos”, e um mundo de lembranças íntimas. Por meio delas, também percebe aos poucos a profundidade das mudanças ocorridas nas duas décadas de exílio, que vão muito além do visível. Passo a passo, nas andanças pela cidade, Velhos Ossos vai tomando contato com uma realidade estranha, em que o mundo mítico dos mortos incide diretamente no plano do cotidiano, alterando as relações entre os vivos. Agora, mais do que nunca, não se sabe mais quem está de um lado, quem do outro. Paralelamente, o personagem vai revendo seus grandes amigos e amores da juventude, e nesses reencontros pode olhar em perspectiva seu próprio percurso existencial. No contraste entre realidade e memória, percebe, com boas doses de humor autoirônico, quanto estranhamento se instalou em meio à identificação que perdura.

Cartas Iluministas: Correspondência  selecionada e anotada

Voltaire; André Telles e Jorge Bastos

Cartas Iluministas: Correspondência selecionada e anotada

Zahar

Além da obra filosófica, literária e cinetífica, Voltaire escreveu cerca de 17 mil cartas. A presente seleção acompanha sua trajetória e abre uma janela para a grande revolução iluminista, da qual ele foi um dos lúcidos articuladores.

Abrangendo sessenta anos de vida epistolar, as cartas reunidas em Cartas iluministasmostram Voltaire em momentos e estados de espírito os mais diversos: irônico, ao dar conselhos literários a Frederico II; ponderado, ao discutir verbetes da Enciclopédia com Diderot e D’Alembert; prestativo, ao recomendar um amigo para um emprego; ou mesmo hipocondríaco, quando se estende sobre seus problemas de saúde. Também podemos vê-lo sarcástico e inflexível, em seus duelos com o desafeto Jean-Jacques Rousseau, ou meramente pragmático, ao negociar preços de terras ou vender relógios suíços para Catarina da Rússia…

Cartas Iluministas traz mais de 150 cartas – incluindo a célebre querela com Rousseau sobre os benefícios e o valos da civilização e da literatura – uma apresentação, breves perfis e índice dos destinatários das cartas, cronologia de vida e obra de Voltaire e cerca de 200 notas esclarecedoras de alusões, contextos e personagens citados.

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A diaba e sua filha

Marie Ndiaye

A diaba e sua filha

Cosac Naify

“Este conto de Marie Ndiaye é uma história extraordinária, repleta de mistério e sedução, que confirma a ideia de que aquilo que chamamos Literatura Infantil é, muitas vezes, um esteriótipo fundado numa falsa menoridade da criança e na verdadeira arrogância do adulto. […] Ndiaye escreve sobre os nossos medos e o modo como eles são coletivamente construídos. Escreve sobre a necessidade de classificarmos os outros e os arrumarmos em bons e maus, em anjos e monstros. Nestas páginas se inscreve, enfim, a facilidade em culparmos e diabolizarmos os que são diferentes e os modo como os sinais de aparência (no caso, os pés de cabra) se erguem como marca de fronteira entre os “nossos” e os “do lado de lá”.”

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A coragem da verdade – O governo de si e dos outros II

Michel Foucault

A coragem da verdade – O governo de si e dos outros II

Martins Fontes

A coragem da verdade é o último curso ministrado por Foucault no Collège de France, que analisava o “dizer a verdade” na política para estabelecer um número de condições éticas às regras formais do consenso: coragem e convicção.

Esse curso foi realizado de fevereiro a março de 1984, pouco antes da morte de Michel Foucault, 25 de junho do mesmo ano.

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Um Banto em Washington seguido de um Banto em Djibuti

Célestin Monga

Um Banto em Washington seguido de um Banto em Djibuti

Martins Fontes

Um banto em Washington de Célestin Monga é um relato autobiográfico do autor. O livro conta a história de uma publicação feita por Monga num jornal da República de Camarões que provoca revoluções e até algumas mortes, mudando assim as diretrizes políticas do país. A obra finaliza com o exílio do autor nos Estados Unidos, onde exerce funções altas no Banco Mundial. Outro título que completa o livro é Um Banto em Djibuti que conta, em forma de diário de viagem, suas impressões sobre Chifre da África.
Celéstin Monga é, hoje, Lead Economist e vice-presidente do Banco Mundial em Washington e é considerado um dos mais importantes pensadores da democracia em nossos dias.

A arte do presente

Ariane Mnouchkine

A arte do presente

Cobogó

O livro A arte do presente é a reunião de entrevistas feitas com Ariane Mnouchkine, diretora do Théâtre du Soleil, por Fabienne Pascaud, jornalista que acompanhou a fundadora e sua companhia de teatro.

Freud – Mas porque tanto odio?

Elisabeth Roudinesco

Freud – Mas porque tanto odio?

Zahar

Em 2010, o filósofo francês Michel Onfray lançou na França o polêmico Le crépuscule d’une idole. Nas páginas Freud é tratado como impostor, homofóbico, incestuoso e fascista. Pouco tempo depois a psicanalista Elisabeth Roudinesco lançou sua resposta, apontando erros de apuração, fatos forjados e acusações maliciosas como a de que o mestre da psicanálise teria mantido um caso com a cunhada por quarenta anos. A autora ainda mostra como as acusações apresentadas não são novas, são boatos antigos criados por quem buscava apenas atrair as atenções da mídia.
Para Roudinesco, tanto ódio, porém, tem justificativa: ninguém derruba uma série de mitos, como os relacionados ao sexo, sem pagar um alto preço por isso.
Completando a edição estão ainda cinco artigos assinados por profissionais da área de história, filosofia e psiquiatria e uma entrevista publicada na revista Le Nouvel Observateur, em que ela esclarece os constantes ataques à psicanálise.
“O ódio a Freud se manifestou desde os seus primeiros escritos. Ele é da mesma natureza que o ódio a Darwin. Freud realizou algo que parece intolerável à humanidade. É a revolução do íntimo.” Elisabeth Roudinesco
Escravos

Kangni Alem

Escravos

Pallas

Esta obra conta a história dos primeiros afro-brasileiros. No início do século XIX, o tráfico negreiro fez a fortuna dos senhores de escravos e seus aliados no continente africano. O único que se atreve a falar contra a escravidão, o rei Adandozan, é deposto. Seu súdito mais fiel, um jovem mestre de rituais, é vendido para um comerciante Inglês e enviado como escravo ao Brasil. O autor narra a saga desse personagem que, depois de 24 anos como escravo e de participar de inúmeras revoltas, retorna à África para honrar a memória do seu rei, morto no esquecimento, para um país que o tornara estrangeiro.

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20 Mil Léguas Submarinas

Jules Verne

20 Mil Léguas Submarinas

Zahar

Neste clássico de Jules Verne, o leitor é transportado para 1866, ano em que navios de diferentes nacionalidades começam a naufragar e sofrer misteriosas avarias. As descrições revelam que um ser “comprido, fusiforme, fosforescente em certas ocasiões, infinitamente maior e mais veloz que uma baleia” seria o responsável. Imediatamente, governantes e homens da ciência mobilizam-se para deter o misterioso monstro marinho.
Coleção Clássicos – Edições Comentadas. Ilustrações originais. Páginas: 456pp.

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O homem nu (Mitológicas 4)

Claude Lévi-Strauss

O homem nu (Mitológicas 4)

Cosac Naify

Neste livro, Claude Lévi-Strauss analisa a mitologia indígena norte-americana, mostrando como funciona a estrutura de mitos na prática e revelando a importância dos dados etnográficos, ecológicos, astronômicos e meteorológicos para compreender o significado dos mitos.
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Man Ray

Man Ray

Man Ray

Cosac Naify

A coleção Photo Poche foi criada por Robert Delpire em 1982, na França, para prestigiar os grandes nomes da fotografia. Esse ano, no Brasil, a editora Cosac Naify lançou algumas dessas obras traduzidas. Em cada volume pode-se encontrar, além de uma seleção de imagens criteriosa, um texto de apresentação, biografia e bibliografia.

Man Ray – coleção Photo poche – volume 2 é composto por fotos de Man Ray, texto de Merry A. Foresta e tradução de André Telles. Man Ray é considerado um dos grandes nomes da fotografia surrealista.

Para mais informações sobre os volumes disponíveis, clique aqui.

Para informações sobre a Photo Poche, clique aqui.

O que Amar quer dizer

Mathieu Lindon

O que Amar quer dizer

P.O.L

“Eu tinha vinte anos e três anos e le me educou… Michel me ensinou com uma discrição tão absoluta que eu nem me dava conta daquilo que aprendia. A ser feliz, vivo. E me ensinou a gratidão.”
 

Aos 23 anos, Mathieu Lindon (Caen – França, 1955) encontrou no filósofo Michel Foucault o afeto paterno que não tinha na turbulenta relação com o pai, Jérôme, o mítico fundador das Éditions de Minuit. O que Amar quer dizer(2014) rememora a história dessa amizade, entre as festas no apartamento de Foucault, sob efeito de ácido lisérgico e heroína, nos anos 70, e a morte do filósofo, em 1984, em consequência da aids. Lindon já trabalhava como jornalista cultural no Libération e preparava uma consistente obra literária.

Sobre o autor:

Mathieu Lindon escritor, jornalista e crítico literário francês é filho do editor Jérôme Lindon. Publica o seu primeiro livro, Nossos prazeres, em 1983, com o pseudónimo de P.S. Heudaux. Começa a trabalhar como critico literário e logo como cronista pelo jornal francês Libération desde 1984 até hoje em dias. A sua obra, O que amar quer dizer recebeu o prêmio francês Médicis em 2011.

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