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Georges Canguilhem, um estilo de pensamento

Georges Canguilhem, um estilo de pensamento

Pierre Macherey é professor emérito da Universidade de Lille 3, onde coordena o seminário Philosophie au sens large. Ao lado de Jacques Rancière e Etienne Balibar, trabalhou com Louis Althusser na elaboração do marcante Ler o Capital. A série de artigos aqui apresentados recobre o período que vai de 1963 a 1996. Com a verve e a pertinência que o caracterizam, Pierre Macherey analisa nestes quatro estudos a problemática das normas e da filosofia da vida desenvolvida por seu antigo professor, Georges Canguilhem. Ao mesmo tempo, o autor sublinha a inovação de um pensamento audacioso e engajado do qual Foucault, e tantos outros depois dele, se reconhecerão orgulhosamente herdeiros. Assim, P. Macherey nos apresenta uma visão sistemática dos trabalhos de G. Canguilhem, trabalhos marcados tanto por aqueles de uma crítica ao dogmatismo, seja ele metafísico ou científico.

O caso Dominique

O caso Dominique

Françoise Dolton, psicanalista membro da escola Freudiana de Paris e dedicada especialmente à psicanálise das criança, registrou com absoluta fidelidade todos os fatos dessa análise, caso raríssimo na história das publicações psicoanalíticas. Graças a esse livro, podemos ver um espetáculo de um emocionante adolescente perdido em um universo sem limites, incluindo os de espaço e tempo, e que, num deserto de palavras, busca um indício para tentar reencontrar sua ordem. O resultado não poderia ser mais surpreendente: o jovem, que no começo do tratamento era apenas uma espécie de personagem abstrato, quase um fantasma, e para o qual o imaginário era a única lei, aceita progressivamente uma realidade, que se tornará a base de seu comportamento.

Platão

Platão

<p>Esta obra, interpretação inédita do pensamento platônico, tenta estabelecer como o discípulo de Sócrates fundou a filosofia articulando o logos dialético e a hipótese das Ideias (eidos). Uma mesma estrutura de pensamento, presente tanto nas narrativas míticas quanto nas discussões científicas, emerge assim dos diálogos para evocar a formação da alma e a ordem do mundo (cosmos), a lei que governa a cidade (nomos), e o ensinamento moral do mito (mutos), da narrativa da caverna à lenda da Atlântida.</p>

Orfeu, o encantador

Orfeu, o encantador

<p>Orfeu é um dos heróis gregos mais conhecidos entre nós, talvez pela consagrada versão de Vinicius de Moraes, que transplantou o mito ao Carnaval e aos morros cariocas da década de 1950. Com sua arte, Orfeu consegue comover até mesmo Hades,o deus dos infernos, que permite ao jovem levar sua amada de volta, com a condição de que no caminho ele não olhe para ela. O final da história, como muitos sabem, é dos mais trágicos. Como nos outros volumes da coleção, este traz um mapa da Grécia antiga, uma árvore genealógica das personagens, um glossário e um apêndice sobre a origem do mito e as várias interpretações que recebeu, além de apresentar as obras de arte inspiradas por ele, inclusive algumas realizadas no Brasil.</p>

O dinheiro e as letras: História do capitalismo editorial

O dinheiro e as letras: História do capitalismo editorial

Jean-Yves Mollier mostra um estudo sobre o mercado editorial francês, ao mesmo tempo apresenta a história comparada dos editores e dos homens de letras, com foco especial na fundação das editoras que marcaram o cenário do país. Cada capítulo traz uma pesquisa sobre um indivíduo, uma família e uma empresa, mas não pretende deter-se nas biografias dos editores, e sim trazer indicações e hipóteses racionais sobre a atuação desses investidores, pequenos ou grandes, de forma a permitir comparações e possibilitar uma “tipologia” desses editores.

A prosperidade do vício: uma viagem (inquieta) pela economia

A prosperidade do vício: uma viagem (inquieta) pela economia

Com momentos de suspense e sem “economês”, esse livro surpreendente leva o leitor a uma viagem no tempo, para revelar como a economia tem moldado a sociedade – do surgimento da agricultura à recente crise financeira em Wall Street. Reconstituindo as peripécias do homem para produzir e acumular riquezas, aponta para o futuro com indagações perturbadoras. Para onde o capitalismo nos conduz? A humanidade pode evitar o colapso ecológico? Narrativa vibrante em que história, política e meio ambiente se fundem para mostrar que o modelo econômico baseado na obsessão pela prosperidade está ultrapassado.

Por uma antropologia da mobilidade

Por uma antropologia da mobilidade

Em seu livro “Por uma antropologia da mobilidade”, Marc Augé dá prosseguimento ao projeto de uma antropologia dos mundos contemporâneos, ou seja, de culturas e sociedades cada vez mais postas em contato nas condições específicas do que denomina sobremodernidade.
Para ele, é possível referir-se a uma mobilidade sobremoderna, caracterizada pelo deslocamento de indivíduos, produtos e sentidos. Há também em curso uma notável urbanização do mundo, com cidades interligadas em redes de transporte e de comunicação que estabelecem um novo cenário para os indivíduos, as culturas e as identidades. Tal cenário é tomado por sujeitos sociais transnacionais em circulação crescente, como empresários, imigrantes, trabalhadores clandestinos, exilados, turistas, cientistas, artistas, desportistas de alta performance etc.
Augé nos propõe em “Por uma antropologia da mobilidade” um sobrevoo em torno de noções que norteiam um propósito reflexivo sobre essa mobilidade, como as de fronteira, urbanização, migração, viagem e utopia. Em capítulos curtos e sintéticos, temos um posicionamento a um só tempo crítico e prospectivo sobre alguns dos maiores desafios das sociedades atuais. E no seu enfrentamento as dimensões política e educacional de nosso envolvimento tornam-se incontornáveis.
Bruno César Cavalcanti
Rachel Rocha de A. Barros
Laboratório da Cidade e do Contemporâneo
Instituto de Ciências Sociais

Universidade Federal de Alagoas

Os três Mosqueteiros

Os três Mosqueteiros

Desde 1844, a história de Os três mosqueteiros já passou por diversas adaptações. Durante muitos anos, as aventuras de Athos, Porthos, Aramis e d’Artagnan penetraram no imaginário coletivo da humanidade, fazendo esse romance ganhar o status de verdadeiro mito cultural. Essa nova tradução – integral, ilustrada e anotada – permite que os leitores de hoje voltem a ter contato com o texto original de Alexandre Dumas.

A guerra de Alain: as memórias do soldado Alan Ingram Cope

A guerra de Alain: as memórias do soldado Alan Ingram Cope

A Guerra De Alan é o relato gráfico da vida do soldado norte-americano Alan Ingram Cope durante a Segunda guerra mundial. A graphic novel mostra a fase de alistamento e treinamento do jovem em bases militares norte-americanas, os combates nos últimos meses da guerra na França e Alemanha, e a vida de Alan no pós-guerra na Europa. A adaptação das lembranças de Cope para hq são executadas com maestria e sensibilidade pelo desenhista Emmanuel Guibert e, embora os acontecimentos se passem durante os momentos mais terríveis da história do século XX, o soldado mantém um estreito contato com as artes (literatura, poesia e música) e com os amigos que vai conquistando pelo caminho.

A terra e o céu de Jacques Dorme

A terra e o céu de Jacques Dorme

A história de amor vivida entre um aviador e uma enfermeira, ambos franceses, em Stalingrado durante a Segunda Guerra, é narrada por um escritor nascido na Rússia, que décadas mais tarde vive exilado na França.
O relato dessa paixão foi ouvido na adolescência, quando o narrador conheceu Alexandra num orfanato destinado a filhos de pais que desagradaram o stalinismo, como ele.As aventuras de Jacques Dorme contadas por Alexandra, assim como o contato com a língua francesa, falada por ela, marcaram o rapaz.
Anos depois, o narrador volta clandestinamente àquelas terras geladas em busca de suas origens e transforma suas memórias em um livro que o consagra e o desilude.

Introdução ao direito francês

Introdução ao direito francês

Esta Introdução ao Direito Francês tem o mérito de ser escrita por jovens pesquisadores que têm uma dupla cultura jurídica, a do Brasil e a da França e, a partir deste fato, as comparações realizadas entre o direito francês, que é o principal objeto de análise, e o direito brasileiro, que é, de certa maneira, o sistema jurídico de referência, permitem ao leitor brasileiro melhor apreender as diferenças entre os dois.

Transformar a metrópole – Igreja Católica, territórios e mobilizações sociais em São Paulo 1970-2000

Transformar a metrópole – Igreja Católica, territórios e mobilizações sociais em São Paulo 1970-2000

Transformar a metrópole é uma ampla investigação sobre as razões que explicam a mudança do papel político da Igreja católica no Brasil a partir dos anos 1980. Mais do que um estudo sobre os bastidores das disputas religiosas, o livro propõe uma reflexão que restitui o entrelaçamento de vários elementos e a complexidade do quadro político e social.

O governo de si e dos outros

O governo de si e dos outros

O curso ministrado por Michel Foucault em 1983 no Collège de France inaugura uma pesquisa sobre a noção de parrésia. Com isso, Michel Foucault dá seguimento a seu trabalho de releitura da filosofia antiga. Por meio do estudo dessa noção (dizer a
verdade, falar com franqueza), Foucault reinterroga a cidadania grega, mostrando como acoragem da verdade constitui o fundamento ético esquecido da democracia ateniense. Ele descreve também a maneira como, com a decadência das cidades, a coragem da verdade se transforma e se torna uma palavra pessoal dirigida à alma do Príncipe, dando uma nova leitura da sétima carta de Platão. Numerosos tópoi da filosofia antiga são revisitados: a figura platônica do filósofo-rei, a condenação da
escrita, a recusa do engajamento da parte de Sócrates.

Neste curso, Foucault constrói uma figura do filósofo no qual ele se reconhece: ao reler os pensadores gregos, é sua própria inscrição na modernidade filosófica que ele assegura, é sua própria função que ele problematiza, é seu modo de pensar e de ser que ele define.

O anti-Édipo: Capitalismo e esquizofrenia 1

O anti-Édipo: Capitalismo e esquizofrenia 1

Este é um livro revolucionário, em múltiplos sentidos. Não só porque seus autores o escreveram sob o influxo de Maio de 68, mas sobretudo porque seu alvo é compreender e libertar a potência revolucionária do desejo, dinamitando as categorias em que a psiquiatria e a psicanálise o enquadraram.

No centro do conflito está a concepção freudiana do inconsciente como teatro e representação – e sua pedra de toque, o drama de Édipo. Para Deleuze e Guattari, ao contrário, o inconsciente não é teatro, mas usina; não é povoado por atores simbólicos, mas por máquinas desejantes; e Édipo, por sua vez, não passa da história de um longo “erro” que bloqueia as forças produtivas do inconsciente, aprisiona-as no sistema da família e assim as remete a um teatro de sombras.

Com agilidade impressionante, O anti-Édipo combina dispositivos da filosofia, da literatura, da antropologia, da arte, da economia, da ciência, da política e da biologia para articular uma crítica radical da cultura que acabou por definir uma das linhas de força do pensamento contemporâneo.

A Cavalaria – Da Germânia antiga à França do século XII

A Cavalaria – Da Germânia antiga à França do século XII

O que foi historicamente a Cavalaria? Seus registros na documentação medieval não estão limitados às narrativas ficcionais, e é legítimo perguntarmos que ligação a literatura cortês, que nos fascina com Lancelote, Ivan e Tristão, tem com a cavalaria tal como nos surge a partir de um quadro documental mais vasto. Em nossa memória, entram em acordo e, por vezes, se diluem em dado comum os conceitos de Cavalaria e cortesia. No entanto, ambos merecem tratamento histórico diferenciado. O que, portanto, define a Cavalaria? Dominique Barthélemy discute essas questões com profundidade e convence-nos do quanto nossa imaginação da Cavalaria é quixotesca e quão mais antiga e complexa é sua realidade documental.

Perspectivas dos Escritos e Outros Escritos de Lacan – Entre desejo e gozo.

Perspectivas dos Escritos e Outros Escritos de Lacan – Entre desejo e gozo.

Dando seguimento à sua análise da obra de Lacan, Jacques-Alain Miller desenvolve aqui ideias contidas nos Escritos e Outros Escritos – dois clássicos da psicanálise – para discutir o que a psicanálise faz, pode ou deve fazer de si mesma.

Cinefilia

Cinefilia

A partir de personalidades como Godard, Truffaut, Chabrol, Rivette e Bazin, e dos debates da nouvelle vague, Antoine de Baecque refaz o percurso dos anos 1940 a 1960, abordando as principais publicações dedicadas à crítica de cinema, como os Cahiers du cinéma ePositif. O livro mostra como a cinefilia conquistou seu lugar na história cultural do século XX ao inventar uma forma de ver e compreender o mundo através do cinema.
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