Com “Le premier principe, le second principe”, Serge Bramly recebeu o prêmio Intérallié 2008.
Nascido na TunÃsia, em 1949, Bramly é autor de romances eruditos que giram em torno do tema da irrealidade, do equivoco, da mistificação : L’itinéraire du fou (prêmio Del Duca), La danse du loup (Prêmio Libraires), Ragots. Ele também é autor de numerosos ensaios sobre a China (Le voyage de Shanghai), sobre arte ( Léonard de Vinci, prêmio Vasari) e a fotografia.
Esta é uma história, talvez verÃdica, ambientada na França do fim do século 20. Conta a vida de um fotógrafo, Max Jameson, que perseguia uma princesa; que tinha como vizinho um mercador de armas e por amigo um primeiro ministro. Todos os quatro brilharam e tiveram um trágico fim.
O sentido da história nos é revelado pelo narrador, Mortier, autodidata, apaixonado pela fÃsica. Este personagem vai recolher as peças do quebra-cabeças usando o prisma de dois grandes princÃpios da termodinâmica: a entropia do segundo princÃpio, que afirma que dentro de um sistema fechado, a desordem só tende a crescer; e a lei da conservação da energia que rege o primeiro princÃpio – ao lado de um corpo frio, todo corpo tende a se resfriar.

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